Força nas vendas, mas Locações recuam em junho.
Levantamento do CRECISP mostra alta de 12,48% nas vendas de imóveis residenciais usados e queda de 13,83% nos novos contratos de aluguel na região
O mercado imobiliário da Baixada Santista apresentou comportamentos diferentes nos segmentos de compra e locação durante junho de 2026. Enquanto as vendas de imóveis residenciais usados cresceram 12,48% em relação a maio, o número de novos contratos de aluguel caiu 13,83% no mesmo período.
Os dados fazem parte de levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP), realizado com 150 imobiliárias de nove cidades da Baixada Santista. A pesquisa contempla Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente.
O resultado chama atenção justamente porque coloca os dois principais mercados acompanhados pela pesquisa em direções opostas.
De um lado, a compra de imóveis usados ganhou velocidade.
De outro, o mercado de locações perdeu ritmo.
Para os profissionais que atuam na região, a leitura desses números exige cuidado. A alta nas vendas não significa, por si só, que todos os segmentos imobiliários estejam aquecidos, assim como a queda nas locações não representa necessariamente uma retração generalizada da procura por imóveis para alugar.
O que os dados mostram é um movimento específico observado entre maio e junho, dentro da amostra pesquisada pelo CRECISP.
E essa diferença é importante.
Vendas avançam 12,48% em junho
O principal destaque do levantamento está no mercado de imóveis residenciais usados.
Em junho, as vendas apresentaram alta de 12,48% na comparação com maio. O resultado indica uma recuperação do ritmo de comercialização observado no mês anterior.
O levantamento não deve ser interpretado como um número absoluto de unidades vendidas em toda a Baixada Santista.
A pesquisa do CRECISP trabalha com informações fornecidas pelas imobiliárias participantes. Por isso, o percentual representa a variação do mercado pesquisado, e não uma contagem de todos os negócios imobiliários efetivamente realizados na região.
Essa distinção é especialmente importante para uma análise profissional.
Não é correto transformar os 12,48% em uma afirmação de que “12,48% mais imóveis foram vendidos em toda a Baixada Santista”.
O que o dado permite afirmar é que as vendas registradas na pesquisa do CRECISP cresceram 12,48% em junho frente a maio.
Apartamentos representam 54% das vendas
O levantamento também mostra uma característica importante do perfil dos imóveis comercializados.
Entre as propriedades vendidas, 54% eram apartamentos e 46% eram casas.
A predominância dos apartamentos ajuda a compreender uma característica importante do mercado imobiliário da Baixada Santista.
A região possui forte presença de cidades litorâneas com áreas urbanas verticalizadas e grande oferta de apartamentos destinados tanto à moradia quanto à segunda residência.
Mas o resultado de junho mostra que as casas também tiveram participação significativa.
Quase metade das vendas registradas na pesquisa foi composta por casas.
Para o corretor, esse dado reforça a importância de não tratar o mercado regional como um bloco único.
Dentro da própria Baixada Santista existem diferentes perfis de compradores, diferentes padrões de imóveis e diferentes necessidades.
Imóveis menores concentram boa parte das negociações
Entre os apartamentos vendidos, os imóveis de até um dormitório responderam por 36,4% das negociações, enquanto aqueles com dois dormitórios representaram 33,3%.
Os dois grupos, portanto, concentraram uma parcela expressiva das vendas de apartamentos observadas na pesquisa.
O dado pode ser particularmente relevante para profissionais que trabalham com imóveis voltados a compradores que procuram unidades compactas, investidores ou pessoas interessadas em uma propriedade para utilização eventual.
Mas é importante não transformar essa composição em uma conclusão sobre a motivação dos compradores.
O levantamento informa o perfil dos imóveis negociados, mas não permite afirmar, a partir desses números isoladamente, quantos compradores adquiriram as unidades como investimento, moradia permanente ou segunda residência.
Essa é uma diferença entre dado e interpretação que precisa ser preservada.
Faixa de metragem de 51 m² a 100 m² domina as vendas
Outro indicador apresentado pelo levantamento é a área dos imóveis.
Entre os apartamentos vendidos, 64% estavam na faixa de 51 m² a 100 m².
Nas casas, a mesma faixa de metragem representou 45,2% das negociações.
O resultado mostra que os imóveis de tamanho intermediário tiveram forte presença nas transações observadas em junho.
No caso dos apartamentos, a concentração é ainda mais expressiva.
Isso pode ajudar corretores e imobiliárias a compreender quais características estiveram mais presentes nos imóveis comercializados durante o período.
Entretanto, novamente, o percentual não deve ser confundido com uma preferência absoluta de todos os compradores da região.
Ele descreve a composição dos imóveis vendidos dentro da pesquisa.
Imóveis acima de R$ 501 mil lideram as vendas
Quando o levantamento considera o valor dos imóveis vendidos, a maior participação ficou com propriedades acima de R$ 501 mil, que representaram 28,6% das negociações.
Na sequência apareceram imóveis entre R$ 201 mil e R$ 300 mil, com 23,8% das vendas.
Esse resultado merece atenção porque demonstra que o mercado pesquisado apresentou concentração relevante tanto em uma faixa de preço mais elevada quanto em uma faixa intermediária.
Isso também reforça uma característica que profissionais do setor conhecem bem: o mercado imobiliário regional não possui um único comprador nem um único padrão de preço.
Existem diferentes públicos atuando simultaneamente.
Por isso, estratégias comerciais muito genéricas podem deixar oportunidades pelo caminho.
O cenário muda quando o assunto é locação
Se o mercado de vendas apresentou avanço, o comportamento das locações foi diferente.
Os novos contratos de aluguel registraram queda de 13,83% em junho na comparação com maio.
É um movimento que merece atenção, principalmente porque o mercado de locação possui dinâmica diferente daquela observada na compra de imóveis.
Uma pessoa que não consegue ou não deseja comprar pode continuar procurando um imóvel para alugar.
Da mesma forma, uma redução no número de novos contratos em determinado mês não significa necessariamente que os imóveis estejam ficando sem demanda.
O indicador mede novos contratos assinados, e não a quantidade total de pessoas interessadas em alugar imóveis.
Essa distinção é fundamental.
Apartamentos também predominam nas locações
No mercado de locação, os apartamentos representaram 58% dos novos contratos, enquanto as casas responderam por 42%.
A distribuição é relativamente próxima daquela observada nas vendas, embora a participação dos apartamentos seja um pouco maior.
Entre as casas alugadas, os imóveis de dois dormitórios representaram 69% dos contratos.
Nos apartamentos, as unidades de dois dormitórios responderam por 38,5% dos novos contratos.
O perfil mostra uma diferença interessante entre os dois tipos de imóvel.
No caso das casas, o mercado pesquisado apresentou uma concentração muito maior em propriedades de dois dormitórios.
Nos apartamentos, a distribuição foi mais diversificada.
O que os números dizem sobre a Baixada Santista?
A principal conclusão possível a partir do levantamento é que compra e locação apresentaram comportamentos diferentes em junho.
Não é possível utilizar apenas esses números para afirmar que o mercado imobiliário da Baixada Santista está em uma tendência geral de alta ou de queda.
A fotografia de junho é mais específica.
As vendas avançaram.
As locações recuaram.
E os perfis dos imóveis negociados ajudam a mostrar quais produtos tiveram maior participação nas operações observadas.
Essa leitura é mais precisa do que simplesmente dizer que “o mercado imobiliário da Baixada Santista está aquecido”.
Por que essa diferença entre vendas e locações merece atenção?
O mercado imobiliário é composto por vários submercados.
Compra e aluguel não respondem necessariamente às mesmas variáveis e, principalmente, não respondem no mesmo momento.
Uma família pode decidir comprar um imóvel depois de conseguir organizar sua renda e obter acesso a financiamento.
Outra pode preferir continuar no aluguel.
Um investidor pode comprar um imóvel pensando na renda futura.
Um proprietário pode retirar uma unidade do mercado de locação para colocá-la à venda.
Esses movimentos individuais acontecem simultaneamente.
Por isso, uma alta nas vendas acompanhada de queda nas locações não representa necessariamente uma contradição.
Pode simplesmente indicar que os dois mercados estavam atravessando momentos diferentes naquele mês.
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A importância do financiamento para o mercado de vendas
Para compreender o desempenho das vendas, o crédito imobiliário continua sendo uma variável importante.
No cenário nacional, os dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostraram crescimento do crédito imobiliário no primeiro semestre de 2026.
As concessões alcançaram R$ 180,9 bilhões entre janeiro e junho, alta de 23% em relação ao mesmo período de 2025.
Esse dado é nacional e, portanto, não pode ser usado para afirmar que as vendas da Baixada Santista cresceram por causa do crédito.
Mas ele ajuda a contextualizar o ambiente em que o mercado regional está inserido.
A demanda por financiamento continua sendo uma variável relevante para o setor imobiliário brasileiro.
E, para o profissional que trabalha na Baixada Santista, entender as condições de crédito pode ser tão importante quanto conhecer os imóveis disponíveis.
Baixada Santista continua apresentando um mercado diversificado
Outro ponto que merece atenção é a própria abrangência geográfica da pesquisa.
O levantamento reúne nove cidades:
Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente.
São municípios com características econômicas, urbanas e imobiliárias diferentes.
Santos possui uma estrutura urbana e imobiliária bastante distinta de Peruíbe.
Praia Grande apresenta uma dinâmica diferente de Cubatão.
Guarujá possui características próprias relacionadas ao mercado de segunda residência e ao segmento de maior valor.
Bertioga também apresenta particularidades importantes.
Por isso, o percentual regional é útil como indicador do conjunto, mas não deve ser interpretado como se todas as cidades tivessem apresentado exatamente o mesmo comportamento.
O levantamento divulgado não apresenta, no material consultado, uma decomposição do crescimento de 12,48% por município.
Portanto, não é possível afirmar quais cidades foram responsáveis individualmente pela alta sem uma fonte específica que apresente essa abertura.
E esse é exatamente o tipo de lacuna que a Broker News BR deve deixar explícita, em vez de preenchê-la com suposições.
O que o corretor pode aprender com os dados de junho?
Para o profissional imobiliário, talvez o principal valor da pesquisa não esteja apenas nos dois percentuais principais.
Está na composição dos negócios.
O levantamento mostra que:
- apartamentos representaram 54% das vendas;
- casas responderam por 46%;
- entre os apartamentos vendidos, 36,4% tinham até um dormitório;
- apartamentos de dois dormitórios representaram 33,3%;
- 64% dos apartamentos vendidos estavam entre 51 m² e 100 m²;
- nas casas, essa mesma faixa de metragem representou 45,2%;
- imóveis acima de R$ 501 mil responderam por 28,6% das vendas;
- imóveis entre R$ 201 mil e R$ 300 mil representaram 23,8%;
- apartamentos representaram 58% das novas locações;
- casas responderam por 42%;
- 69% das casas alugadas tinham dois dormitórios;
- entre os apartamentos alugados, 38,5% tinham dois dormitórios.
Esses dados podem ajudar a orientar a leitura do estoque disponível.
Se determinada imobiliária possui grande quantidade de imóveis fora dos perfis que aparecem com maior frequência nas negociações, pode ser necessário ajustar a estratégia comercial.
Isso não significa que imóveis diferentes desses padrões não tenham mercado.
Significa apenas que os números fornecem uma referência sobre o que efetivamente apareceu nas transações pesquisadas.
Venda e locação exigem estratégias diferentes
Um dos erros mais comuns na análise do mercado imobiliário é tratar compra e aluguel como se fossem exatamente a mesma atividade.
Não são.
Na venda, entram questões como entrada, financiamento, FGTS quando aplicável, prazo, custo efetivo do crédito, documentação e capacidade de pagamento.
Na locação, entram fatores como valor mensal, garantia, análise cadastral, localização, condomínio, manutenção e disponibilidade imediata.
O comportamento observado em junho reforça essa diferença.
Enquanto as vendas cresceram, os novos contratos de locação recuaram.
Isso significa que imobiliárias que atuam nos dois segmentos precisam acompanhar indicadores distintos.
Uma estratégia comercial baseada exclusivamente no comportamento das vendas pode não funcionar da mesma maneira para locações.
O mercado regional merece acompanhamento mês a mês
Outro ponto importante é evitar conclusões definitivas com base em apenas um mês.
O próprio CRECISP realiza pesquisas mensais justamente para acompanhar a evolução das vendas e locações ao longo do tempo. Segundo o conselho, sua pesquisa consulta mensalmente mais de 1.500 imobiliárias no Estado e reúne relatórios históricos desde 2003.
Isso permite comparar períodos e identificar movimentos mais consistentes.
Uma alta de 12,48% em junho é um dado relevante.
Mas, para saber se existe uma tendência de recuperação mais duradoura, será necessário observar os resultados dos meses seguintes.
Da mesma maneira, a queda de 13,83% nas locações não deve ser tratada automaticamente como início de uma retração prolongada.
O próximo levantamento poderá mostrar se o movimento foi pontual ou se representa uma mudança mais persistente.
Uma fotografia importante para o segundo semestre
O resultado de junho chega em um momento importante para o mercado imobiliário da região.
O segundo semestre tradicionalmente exige dos profissionais uma leitura ainda mais cuidadosa da demanda, do estoque e das condições de crédito.
No caso da Baixada Santista, existe ainda uma característica que torna o mercado particularmente interessante: a presença simultânea de compradores interessados em residência permanente, segunda residência, investimento e diferentes modalidades de locação.
Isso faz com que o comportamento do mercado não possa ser explicado por um único indicador.
O avanço das vendas em junho mostra que existe atividade.
A queda das locações mostra que essa atividade não se distribui de maneira uniforme entre todos os segmentos.
E a composição dos imóveis negociados mostra que o perfil do produto continua sendo determinante.
O que esperar dos próximos meses?
Com base exclusivamente no que os dados confirmados permitem afirmar, não seria responsável projetar uma determinada taxa de crescimento para as vendas ou para as locações nos próximos meses.
Não há, na fonte consultada, uma projeção oficial do CRECISP dizendo que as vendas da Baixada Santista crescerão determinado percentual até o final de 2026.
Portanto, a Broker News BR não vai criar esse número.
O que podemos afirmar é que o resultado de junho deixa três pontos de atenção para os profissionais:
Primeiro: as vendas apresentaram crescimento de 12,48% sobre maio.
Segundo: as locações recuaram 13,83% no mesmo período.
Terceiro: os imóveis efetivamente negociados apresentaram características relativamente claras quanto a tipo, metragem, número de dormitórios e faixa de preço.
Esses são os dados que o profissional pode utilizar para acompanhar o mercado.
O restante deverá ser confirmado pelos próximos levantamentos.
Análise Broker News BR
O mercado imobiliário da Baixada Santista não apresentou em junho um movimento uniforme.
E talvez essa seja a informação mais importante da pesquisa.
As vendas cresceram 12,48%, enquanto as locações recuaram 13,83%.
Em vez de interpretar o resultado como uma simples alta ou queda do mercado imobiliário regional, é mais adequado enxergá-lo como um retrato de comportamentos diferentes dentro do mesmo mercado.
O comprador esteve mais ativo no período pesquisado.
O mercado de novos contratos de aluguel, por outro lado, apresentou redução.
Ao mesmo tempo, a composição das vendas mostra uma presença significativa de apartamentos e imóveis na faixa de 51 m² a 100 m², enquanto a faixa acima de R$ 501 mil liderou individualmente as vendas por valor.
Para o corretor de imóveis, essa informação tem valor prático.
Não basta saber que “as vendas subiram”.
É necessário entender o que foi vendido.
Qual tipo de imóvel?
Qual metragem?
Quantos dormitórios?
Qual faixa de preço?
E como esse comportamento se compara com o estoque disponível na própria carteira?
É nesse ponto que uma pesquisa de mercado deixa de ser apenas uma notícia e passa a funcionar como ferramenta de trabalho.
A Baixada Santista continua sendo um mercado que merece acompanhamento próximo.
Mas os dados de junho recomendam análise, e não euforia.
Conclusão
O mercado imobiliário da Baixada Santista fechou junho de 2026 com dois movimentos distintos.
As vendas de imóveis residenciais usados cresceram 12,48% em relação a maio, enquanto os novos contratos de locação recuaram 13,83%. O levantamento do CRECISP foi realizado com 150 imobiliárias de nove municípios da região.
Nas vendas, os apartamentos tiveram participação de 54%, enquanto as casas representaram 46%. Entre os apartamentos, as unidades de até um dormitório responderam por 36,4% das negociações e as de dois dormitórios por 33,3%. A faixa de 51 m² a 100 m² concentrou 64% das vendas de apartamentos.
Nas locações, os apartamentos representaram 58% dos novos contratos e as casas, 42%. Entre as casas alugadas, os imóveis de dois dormitórios foram maioria, com 69% dos contratos.
O cenário mostra, portanto, um mercado regional ativo, mas com comportamentos diferentes entre compra e locação.
Mais do que apontar uma tendência definitiva, os números de junho oferecem aos profissionais uma fotografia importante do momento.
Agora, será preciso acompanhar os próximos levantamentos para saber se a recuperação das vendas terá continuidade e se a queda das novas locações será apenas pontual ou parte de um movimento mais prolongado.
Produção Editorial
Produção Editorial Broker News BR. Esta matéria é um conteúdo original produzido pela equipe editorial da Broker News BR, elaborado com base em pesquisa, apuração e consulta a fontes oficiais e confiáveis do mercado imobiliário para informar corretores de imóveis, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e investidores.
Data da apuração: 12 de agosto de 2026.
Data dos dados principais: junho de 2026, comparados com maio de 2026.
Os percentuais apresentados nesta matéria referem-se à pesquisa do CRECISP e não devem ser interpretados como uma contagem absoluta de todas as transações imobiliárias realizadas na Baixada Santista.
Quando uma informação não pôde ser confirmada na fonte consultada, ela não foi apresentada como fato.
Fontes
CRECISP — Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo
A pesquisa mercadológica do CRECISP acompanha mensalmente vendas e locações de imóveis e é elaborada a partir das informações fornecidas pelas imobiliárias participantes. O conselho informa que mais de 1.500 imobiliárias são consultadas mensalmente no Estado.
Pesquisas de Mercado do CRECISP
Dados de junho de 2026 — Baixada Santista
O levantamento divulgado em agosto informa alta de 12,48% nas vendas e queda de 13,83% nas locações, com participação de 150 imobiliárias de nove cidades da região.
G1 Santos e Região
A matéria indicada pela Broker News BR foi utilizada como ponto de partida para a apuração do assunto. Os dados foram confrontados com informações disponíveis sobre o levantamento do CRECISP antes da elaboração desta matéria.
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O desempenho da Baixada Santista faz parte de um mercado imobiliário paulista que vem apresentando comportamentos diferentes conforme a região, o tipo de imóvel e o segmento analisado.
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