Home / Leilão de Imóveis / Itaú amplia oferta de imóveis em leilões em 2026

Itaú amplia oferta de imóveis em leilões em 2026

Itaú amplia oferta de imóveis em leilões em 2026

Novas rodadas reúnem centenas de imóveis em diferentes estados, com descontos expressivos; movimento chama atenção para o mercado de crédito, mas não indica, por si só, uma crise no banco

O mercado imobiliário brasileiro está convivendo com um movimento que merece atenção de corretores de imóveis, investidores e compradores: o Itaú Unibanco vem realizando sucessivas rodadas de leilões de imóveis ao longo de 2026, com ofertas espalhadas por diferentes estados e descontos que, em alguns casos, chegam a níveis bastante elevados.

A rodada mais recente confirmada pela plataforma Zuk reúne 121 imóveis, com leilão marcado para 14 de setembro de 2026, a partir das 12h. O catálogo inclui casas, apartamentos, terrenos, lojas, salas comerciais e galpão, distribuídos por 16 estados brasileiros. Os lances começam em valores inferiores a R$ 20 mil em alguns lotes e chegam a R$ 1,94 milhão no imóvel de maior valor divulgado para essa rodada.

A dimensão da oferta chama atenção principalmente porque não se trata de uma ação isolada. Em junho, o Itaú colocou 108 imóveis em leilão, em 18 estados. Em agosto, novas rodadas também levaram dezenas de imóveis ao mercado. Em um dos leilões realizados em 20 de agosto, o catálogo da Zuk registrou 145 oportunidades.

Isso levanta uma pergunta importante para o mercado imobiliário:

O Itaú está simplesmente dando continuidade à sua rotina de venda de imóveis retomados ou existe alguma mudança relevante acontecendo por trás desse aumento de ofertas?

A resposta exige cuidado. Os dados confirmam uma oferta recorrente e expressiva de imóveis, mas não permitem afirmar que o banco esteja enfrentando uma crise ou que os leilões sejam resultado de uma deterioração excepcional de sua situação financeira.

O próprio Itaú informa que possui uma estrutura permanente de comercialização de imóveis e que os bens retomados destinados à venda são vendidos por meio de leilões periódicos.

121 imóveis entram em nova rodada

O leilão de setembro é o dado mais recente e concreto dessa movimentação.

Segundo o catálogo disponibilizado pela Zuk, são 121 lotes pertencentes ao Itaú Unibanco, com encerramento previsto para 14 de setembro. A lista inclui diferentes categorias de imóveis e localidades.

Entre os primeiros lotes do catálogo aparecem, por exemplo, uma loja ou sala comercial em Madureira, no Rio de Janeiro, com lance inicial de R$ 37,2 mil; uma casa em São Vicente de Minas, em Minas Gerais, por R$ 80,08 mil; um apartamento no Jardim Paulista, em São Paulo, por R$ 411,2 mil; e um apartamento em Salvador, na Bahia, com lance inicial de R$ 99,28 mil.

A diversidade mostra que não existe um único perfil de imóvel sendo colocado à venda.

Há propriedades residenciais, comerciais e terrenos, em cidades grandes e médias, além de municípios fora dos principais centros do país.

Esse aspecto é importante porque transforma os leilões em um fenômeno que interessa a públicos diferentes.

Para o investidor profissional, pode haver oportunidades de aquisição abaixo dos preços praticados no mercado convencional. Para o comprador final, alguns imóveis podem representar uma alternativa de acesso à propriedade. Para corretores, o crescimento da oferta cria um mercado específico que exige conhecimento jurídico, documental e financeiro.

Mas também aumenta a necessidade de cautela.

O movimento não começou agora

Embora o leilão de setembro tenha colocado o Itaú novamente no radar, a movimentação vem sendo observada durante vários meses.

Em junho, o banco promoveu uma rodada com 108 imóveis em 18 estados, incluindo 58 casas, 44 apartamentos, cinco terrenos e um imóvel comercial. Os valores começavam em R$ 34 mil.

Em agosto, outras rodadas ampliaram a oferta.

Um dos leilões realizados em 20 de agosto aparece no catálogo da Zuk com 145 oportunidades, enquanto outra rodada realizada em 24 de agosto contou com 33 imóveis, todos no Estado do Rio de Janeiro.

Também houve uma rodada específica em agosto com imóveis submetidos a primeiro e segundo leilão. Em alguns casos, a diferença entre os valores das duas etapas foi significativa.

Um exemplo encontrado no catálogo da Zuk é uma casa em São Paulo que tinha primeiro leilão por R$ 1,336 milhão e segundo leilão por R$ 668 mil, uma redução de 50% entre as duas etapas.

É importante observar, entretanto, que desconto anunciado não significa necessariamente que o imóvel será vendido por aquele valor ou que o comprador obterá um ganho equivalente.

Cada lote possui condições próprias.

Por que um banco coloca imóveis em leilão?

A explicação passa pela própria natureza do sistema de crédito imobiliário.

Quando um financiamento ou outra operação garantida por imóvel entra em situação que leva à retomada da garantia, o banco pode ficar com o bem e posteriormente buscar sua venda.

Esses ativos passam a fazer parte do conjunto de bens destinados à venda.

O Itaú explica em seus documentos contábeis que os bens retomados destinados à venda contêm principalmente imóveis e que a comercialização contempla a realização de leilões periódicos previamente divulgados ao mercado.

Portanto, a existência de imóveis em leilão não significa automaticamente que exista uma crise.

Na realidade, para uma instituição financeira, manter um imóvel retomado por muito tempo também não é necessariamente desejável. O objetivo econômico é transformar aquele ativo novamente em recursos financeiros.

É justamente por isso que os leilões fazem parte da dinâmica normal do sistema bancário.

Mas por que o volume chama atenção em 2026?

É aqui que a análise fica mais interessante.

O mercado imobiliário brasileiro não está paralisado.

Pelo contrário.

Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram que 226.536 imóveis residenciais novos foram vendidos no primeiro semestre de 2026, alta de 5,4% em relação às 214.910 unidades comercializadas no mesmo período de 2025.

O financiamento imobiliário também apresentou crescimento.

Entre janeiro e junho, os financiamentos destinados à aquisição de imóveis com recursos do SBPE chegaram a R$ 67,2 bilhões, alta de 12% sobre os R$ 60,1 bilhões registrados no primeiro semestre de 2025.

A Abecip, por sua vez, informou que o crédito imobiliário total alcançou R$ 180,9 bilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Ou seja: não estamos diante de um mercado imobiliário que simplesmente deixou de funcionar.

Existe demanda, existem vendas e existe crédito.

Ao mesmo tempo, o custo do dinheiro continua elevado e os bancos estão mais atentos à capacidade de pagamento dos clientes. O Banco Central vem acompanhando a evolução da qualidade das carteiras de crédito e disponibiliza dados mensais sobre inadimplência e ativos problemáticos. Em seu Relatório de Estabilidade Financeira de maio de 2026, a autoridade destacou que os atrasos apresentavam elevação em algumas modalidades, mas observou que os riscos nas operações de crédito imobiliário permaneciam contidos.

Essa combinação ajuda a explicar por que o tema merece acompanhamento, mas não permite concluir que os leilões do Itaú sejam, isoladamente, um sinal de crise imobiliária.

Itaú não está sozinho

Outro ponto importante da apuração é que o movimento de venda de imóveis por bancos não é exclusividade do Itaú.

Em agosto, o Santander promoveu uma rodada com 208 imóveis distribuídos por 22 estados, segundo informações divulgadas pela imprensa especializada.

Em setembro, o Santander voltou ao mercado com um leilão de 195 imóveis em 20 estados, com descontos que chegaram a 89% em determinados lotes.

A existência simultânea de grandes ofertas de diferentes instituições sugere que o fenômeno precisa ser observado dentro de um contexto maior.

Os bancos possuem carteiras de imóveis retomados e diferentes estratégias para transformar esses ativos em dinheiro.

Por isso, comparar apenas a quantidade de imóveis oferecidos por uma instituição em determinado mês pode produzir uma conclusão equivocada.

O indicador realmente relevante seria acompanhar, ao longo do tempo, o estoque de bens retomados, o fluxo de novas retomadas, as vendas realizadas e o tempo médio de permanência desses imóveis nos balanços das instituições.

Essa é uma informação muito mais importante do que simplesmente contar quantos lotes aparecem em um determinado leilão.

Juros altos aumentam a importância da análise

O ambiente de crédito também precisa entrar nessa discussão.

O Brasil atravessa 2026 com juros elevados. Isso influencia diretamente a capacidade de financiamento das famílias, o custo das operações bancárias e a seleção dos compradores.

Ao mesmo tempo, o mercado imobiliário vem mostrando resiliência.

Segundo a CBIC, as vendas de imóveis residenciais novos cresceram 5,4% no primeiro semestre, enquanto os financiamentos destinados à aquisição cresceram 12% no mesmo período.

Isso cria uma situação aparentemente contraditória.

De um lado, há compradores, lançamentos, vendas e financiamento.

De outro, há imóveis retomados sendo colocados novamente no mercado.

Na realidade, as duas coisas podem acontecer simultaneamente.

O mercado imobiliário não é formado por um único grupo de compradores. Uma família pode ter renda e crédito suficientes para comprar um imóvel, enquanto outra família, diante do mesmo ambiente de juros, pode perder capacidade de pagamento.

Da mesma maneira, um imóvel pode ser retomado por problemas específicos do contrato ou do devedor e, posteriormente, ser vendido para outro comprador que tenha condições financeiras diferentes.

Por isso, não é correto transformar o crescimento das ofertas de leilão em uma fotografia de todo o mercado imobiliário brasileiro.

Descontos de até 85% atraem investidores

Um dos elementos que mais chama atenção nos leilões atuais são os descontos.

Na rodada de setembro, o Itaú oferece imóveis com descontos de até 85%, segundo a divulgação da Exame e as condições apresentadas no catálogo da Zuk.

Mas existe uma diferença fundamental entre desconto sobre determinado valor de referência e ganho efetivo para o comprador.

Um imóvel anunciado com 70% de desconto não significa necessariamente que esteja 70% abaixo do preço pelo qual um imóvel semelhante poderia ser comprado no mercado.

O investidor precisa verificar qual é a base utilizada para estabelecer o desconto e, principalmente, qual é o valor real de mercado daquela propriedade.

Além disso, existem custos e riscos que podem alterar completamente a atratividade econômica do negócio.

A matéria continua após a publicidade…


O barato pode sair caro?

Essa é uma das principais questões que o comprador precisa considerar.

O próprio Itaú informa que os interessados devem consultar as condições específicas de cada imóvel e do respectivo leiloeiro. Nos leilões, há cobrança de 5% de comissão do leiloeiro sobre o valor do arremate, conforme as regras apresentadas pelo banco.

Além disso, o comprador precisa verificar cuidadosamente:

Situação de ocupação: o imóvel está desocupado ou existe alguém morando ou utilizando a propriedade?

Matrícula: existem registros, averbações ou outras situações que precisam ser analisadas?

Edital: quais são exatamente as condições daquele lote?

Débitos: quem será responsável por determinados encargos?

Condomínio: existem valores em aberto?

Tributos: há pendências relacionadas ao imóvel?

Pagamento: o lote permite financiamento ou exige pagamento à vista?

Comissão: qual é a comissão do leiloeiro?

Posse: quando e como o comprador poderá assumir efetivamente o imóvel?

Essas perguntas não são detalhes burocráticos.

Elas podem determinar se uma oportunidade aparentemente extraordinária realmente é um bom negócio.

Leilão não é sinônimo de imóvel barato

Existe uma percepção comum entre consumidores de que qualquer imóvel de leilão representa necessariamente uma oportunidade.

Não é bem assim.

Um imóvel de leilão pode ser excelente negócio.

Também pode ser uma operação complexa.

O preço do lance é apenas uma parte da equação.

Imagine, por exemplo, um apartamento que aparentemente custa R$ 300 mil no mercado e aparece em leilão por R$ 180 mil.

O desconto parece expressivo.

Mas se o imóvel exigir despesas adicionais, apresentar problemas documentais, estiver ocupado ou demandar um processo prolongado para a imissão na posse, o custo total da operação poderá ser muito diferente do valor apresentado no anúncio.

Por isso, o comprador experiente não pergunta apenas:

“Quanto está o desconto?”

Ele pergunta:

“Quanto vai custar, de fato, colocar esse imóvel no meu patrimônio?”

Essa diferença de mentalidade é fundamental.

Uma oportunidade para corretores de imóveis

O aumento das ofertas também cria uma oportunidade profissional.

O corretor de imóveis que conhece o funcionamento dos leilões pode ocupar um espaço relevante na orientação de clientes que desejam investir nesse mercado.

Não se trata apenas de mostrar um imóvel.

O profissional pode ajudar o cliente a compreender características da região, preços praticados, liquidez, potencial de revenda, aluguel, perfil do imóvel e comparação com propriedades semelhantes disponíveis no mercado convencional.

Ao mesmo tempo, é importante respeitar os limites de atuação profissional e não substituir advogados ou especialistas quando a análise jurídica do edital, da matrícula, da posse ou de eventuais processos for necessária.

O mercado de leilões exige justamente uma atuação mais multidisciplinar.

E para o investidor?

Para investidores, a principal atração está na possibilidade de comprar abaixo do preço de mercado e posteriormente vender ou alugar o imóvel.

Mas o retorno depende de três fatores principais:

Preço de aquisição + custo total da operação + valor real de mercado.

Se a primeira variável for baixa, mas as outras duas forem altas, o negócio pode perder atratividade.

Por isso, investidores profissionais normalmente trabalham com margem de segurança.

Quanto maior a incerteza sobre ocupação, documentação, reforma, liquidez ou prazo para revenda, maior precisa ser a margem entre o preço pago e o valor de mercado.

É justamente nesse ponto que o conhecimento local do mercado imobiliário pode fazer diferença.

O que os números dizem — e o que ainda não dizem

A apuração da Broker News BR permite afirmar com segurança que o Itaú está realizando sucessivas rodadas de comercialização de imóveis ao longo de 2026, algumas delas com mais de uma centena de propriedades.

Também é possível confirmar que os imóveis estão espalhados por diferentes estados e que existem descontos expressivos em determinados lotes.

O que os dados disponíveis não permitem afirmar é que o Itaú esteja enfrentando uma explosão de inadimplência imobiliária ou uma crise provocada por seus financiamentos habitacionais.

Também não seria correto afirmar que todos os imóveis dos leilões foram retomados exclusivamente de famílias que deixaram de pagar financiamento imobiliário.

Os ativos podem ter diferentes origens e condições de comercialização.

Essa distinção é fundamental para uma cobertura jornalística responsável.

O mercado imobiliário continua vendendo

Existe ainda outro dado que ajuda a colocar o fenômeno em perspectiva.

O mercado de imóveis novos terminou o primeiro semestre com crescimento das vendas.

Foram 226.536 unidades residenciais comercializadas entre janeiro e junho, alta de 5,4% em relação ao primeiro semestre de 2025.

O crédito imobiliário também cresceu.

O SBPE destinado à aquisição de imóveis avançou 12%, para R$ 67,2 bilhões no primeiro semestre.

Portanto, a fotografia atual não é de um mercado completamente travado.

É um mercado que continua movimentando vendas e crédito, mas que enfrenta juros elevados, seletividade bancária e diferentes níveis de capacidade financeira entre os compradores.

Nesse ambiente, os imóveis retomados continuam chegando ao mercado secundário.

E os leilões são uma das principais portas de saída para esses ativos.

O que acompanhar daqui para frente

A grande questão para os próximos meses não é simplesmente saber quantos imóveis o Itaú vai colocar no próximo leilão.

O mais importante será acompanhar se o volume de imóveis retomados continuará crescendo, se os bancos estarão ampliando a oferta de ativos, se os descontos ficarão maiores e, principalmente, se haverá mudança nos indicadores de inadimplência do crédito imobiliário.

Também será relevante observar o comportamento de Caixa, Bradesco, Santander e outras instituições.

Se vários bancos aumentarem simultaneamente a quantidade de imóveis retomados e colocados à venda, o fenômeno poderá ganhar uma dimensão econômica maior.

Se as ofertas permanecerem dentro do padrão operacional dessas instituições, teremos principalmente um mercado secundário de ativos retomados mais ativo.

São situações muito diferentes.

Conclusão

Sim, o Itaú está colocando uma quantidade relevante de imóveis em leilão em 2026.

A rodada mais recente reúne 121 imóveis, com pregão previsto para 14 de setembro, enquanto outras rodadas realizadas ao longo do ano também apresentaram dezenas ou mais de uma centena de propriedades.

Os descontos são um dos principais atrativos para investidores e compradores, chegando a 85% em determinados imóveis da rodada atual.

Mas o dado mais importante desta reportagem é outro: a existência de muitos imóveis em leilão não significa, sozinha, que exista uma crise no Itaú ou no mercado imobiliário brasileiro.

O próprio banco mantém uma política regular de venda de bens retomados, principalmente imóveis, por meio de leilões periódicos.

Ao mesmo tempo, o mercado imobiliário continua registrando vendas e crescimento do crédito.

A situação, portanto, merece atenção, mas não alarmismo.

Para compradores e investidores, os leilões podem representar oportunidades.

Para corretores, representam um segmento que merece ser acompanhado.

Para o mercado como um todo, representam um indicador que deve ser observado em conjunto com inadimplência, crédito, juros e comportamento das famílias.

A pergunta que ficará para os próximos meses é se essa oferta permanecerá dentro da normalidade operacional dos bancos ou se os imóveis retomados começarão a ganhar participação maior no mercado imobiliário brasileiro.

Análise Editorial Broker News BR

A movimentação do Itaú merece acompanhamento porque combina três elementos importantes para o mercado imobiliário: crédito, imóveis retomados e oportunidade de aquisição com desconto.

A apuração realizada pela Broker News BR encontrou sucessivas rodadas de leilões do banco em 2026, incluindo a oferta atual de 121 imóveis e outras operações realizadas durante o ano.

Entretanto, os dados disponíveis não sustentam uma conclusão de crise financeira do Itaú ou de colapso do crédito imobiliário.

O cenário observado é mais complexo. O mercado de imóveis novos continua vendendo, o financiamento imobiliário cresceu no primeiro semestre e, paralelamente, os bancos continuam transformando ativos retomados em novas ofertas ao mercado.

Para o profissional imobiliário, esse movimento merece atenção especialmente pela possibilidade de crescimento de um mercado secundário de imóveis retomados.

Produção Editorial Broker News BR

Esta matéria é um conteúdo original produzido pela equipe editorial da Broker News BR, elaborado com base em pesquisa, apuração e consulta a fontes oficiais e confiáveis do mercado imobiliário para informar corretores de imóveis, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e investidores.

Fontes

  • Itaú Unibanco
  • Zuk
  • Câmara Brasileira da Indústria da Construção — CBIC
  • Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança — Abecip
  • Banco Central do Brasil
  • Exame
  • Forbes

Consulte as fontes oficiais

Itaú Unibanco — Imóveis Itaú

Itaú Unibanco — Relações com Investidores

Zuk — Leilões de imóveis do Itaú

CBIC — Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Abecip — Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança

Banco Central do Brasil

Continue navegando na Broker News BR

Confira também outras matérias da Broker News BR sobre crédito imobiliário, financiamento, mercado de imóveis, investimentos e oportunidades para corretores de imóveis.

Foto de Camille Assis

Por Camille Assis

Editor/Fundador Site de Notícias Broker News BR
CoFundador Empresa Gráfica Broker Art & Design
Criação | Impressão | Personalização

Marcado: