Presença digital, conteúdo, relacionamento e posicionamento profissional aproximam o corretor do cliente e fazem com que, em alguns casos, o próprio nome passe a ocupar espaço que antes era reservado quase exclusivamente à marca da imobiliária
Durante muito tempo, o consumidor que procurava um imóvel encontrava primeiro a imobiliária, o empreendimento ou o anúncio. O corretor aparecia como o profissional responsável pelo atendimento e pela negociação. Em uma parte do mercado imobiliário de Santa Catarina, especialmente no litoral, essa lógica começa a ganhar outra configuração: o profissional também passou a trabalhar a própria identidade como elemento de reconhecimento.
Não se trata apenas de colocar o rosto em uma propaganda ou abrir um perfil nas redes sociais. A construção de uma marca pessoal envolve uma combinação de presença, conteúdo, conhecimento, relacionamento e consistência ao longo do tempo. Em alguns casos, o cliente passa a conhecer o corretor antes mesmo de conhecer o imóvel que poderá comprar.
O fenômeno não é exclusivo de Santa Catarina, mas encontra no Estado um ambiente particularmente visível. O CRECI-SC vem tratando a presença digital e o fortalecimento da identidade profissional como parte da realidade contemporânea da corretagem. Em publicação sobre o LinkedIn, o conselho afirma que a plataforma pode ajudar corretores a ampliar sua rede de contatos, fortalecer a marca pessoal e gerar oportunidades de negócios. Na mesma publicação, cita Guilherme Pilger, Guilherme Wohlke e Karina Smaniotto como exemplos de profissionais catarinenses presentes nesse ambiente.
A discussão também apareceu de maneira explícita no CRECI Imobi Experience 2026, realizado em Balneário Camboriú. Segundo o próprio CRECI-SC, a programação abordou o posicionamento do corretor diante de um cenário mais competitivo, destacando relacionamento e construção de marca pessoal. O evento reuniu mais de mil corretores de imóveis de todo o Estado.
Isso ajuda a colocar a discussão em uma perspectiva maior. Não é apenas uma questão de marketing individual. É uma mudança na forma como parte dos profissionais apresenta sua experiência, cria relacionamento e procura ser lembrada pelo mercado.
De profissional que vende imóveis a profissional que também constrói reconhecimento
A transformação é especialmente perceptível quando se observa o comportamento de profissionais que passaram a produzir conteúdo de maneira contínua.
Guilherme Pilger é um dos casos mais evidentes. O próprio CRECI-SC registra sua participação em eventos voltados ao marketing pessoal. Em 2022, ao divulgar um congresso imobiliário em Santa Catarina, o conselho apresentou Pilger em uma palestra sobre marketing pessoal e destacou sua trajetória como corretor e sua atuação na construção de autoridade profissional.
Em reportagem publicada recentemente pela Gazeta do Povo, Pilger contou que começou a produzir vídeos imobiliários em 2016, ainda quando morava em Sapiranga, no Rio Grande do Sul. Segundo o relato publicado pelo jornal, ao chegar a Balneário Camboriú, em 2020, ele ampliou a estratégia e utilizou outdoors associados à produção de conteúdo digital.
A estratégia descrita na reportagem revela uma lógica importante. O outdoor não funcionava isoladamente. A ideia era que o reconhecimento obtido fora da internet levasse o público para os conteúdos publicados nos canais digitais. De acordo com o próprio Pilger, os vídeos ajudaram a ampliar sua visibilidade e autoridade.
Hoje, seu site profissional apresenta sua atuação diretamente associada ao próprio nome e registra seu CRECI-SC, além de disponibilizar canais de contato para atendimento imobiliário.
É uma mudança relevante porque o conteúdo deixa de ser apenas uma ferramenta para anunciar determinado apartamento. Ele passa a funcionar também como uma forma de apresentar quem é o profissional, como pensa, quais regiões conhece e que tipo de mercado pretende atender.
Nesse modelo, o imóvel continua sendo o produto. Mas o corretor passa a fazer parte da experiência antes mesmo da negociação.
Bruno Cassola escolheu outro caminho
A construção de marca pessoal, porém, não segue uma única fórmula.
Bruno Cassola representa uma trajetória diferente. De acordo com informações publicadas pela Gazeta do Povo, ele entrou no mercado imobiliário em 2007, passou por incorporadoras da região e posteriormente estruturou uma operação própria para trabalhar com imóveis de diferentes empresas e também com revenda.
Segundo o relato apresentado pelo próprio profissional ao jornal, há cerca de três anos ele decidiu criar um site utilizando o próprio nome e percebeu uma mudança na forma como os negócios chegavam. A avaliação apresentada por Cassola foi de que sua marca pessoal passou a gerar mais vendas do que a marca institucional. Essa afirmação é do profissional e, portanto, deve ser entendida como um relato sobre sua própria experiência, não como uma conclusão geral aplicável ao mercado.
A presença atual de Cassola confirma que seu nome ocupa uma posição central na comunicação profissional. Seu site se apresenta como canal de atuação de “Bruno Cassola Corretor e Avaliador de Imóveis” e informa seu registro no CRECI-SC.
A diferença em relação ao modelo tradicional é sutil, mas importante.
A imobiliária continua existindo. A estrutura empresarial continua sendo necessária. Os imóveis continuam pertencendo aos proprietários ou às empresas responsáveis pelos empreendimentos. Mas o profissional que está na frente do relacionamento passa a construir uma identidade que pode acompanhar sua trajetória.
Wagner Bonato e a expansão do papel do corretor
Outro exemplo catarinense é Wagner Bonato, cuja atuação pública demonstra como a carreira de um corretor pode ultrapassar a atividade tradicional de intermediação.
Em 2022, o CRECI-SC divulgou uma palestra de Bonato em Chapecó e apresentou o profissional como referência em vendas imobiliárias. Na ocasião, o conselho informou que ele atuava havia mais de 16 anos no setor e mencionou sua experiência acumulada em negociações imobiliárias.
A trajetória profissional apresentada atualmente no site de Bonato é ainda mais ampla. A página o apresenta como palestrante, mentor e especialista em vendas imobiliárias, além de divulgar atividades de palestras, eventos, mentorias e consultorias. O site também apresenta números de negócios, profissionais capacitados e audiência digital atribuídos ao próprio profissional.
Aqui aparece uma característica importante da marca pessoal: ela pode deixar de ser apenas uma identificação comercial e se transformar em uma plataforma profissional.
O corretor que constrói autoridade pode atuar não apenas na venda de imóveis, mas também na produção de conhecimento, treinamento, palestras, relacionamento com empresas e formação de outros profissionais.
É uma trajetória diferente daquela de quem simplesmente anuncia imóveis em uma rede social.
Karina Smaniotto: da corretagem ao posicionamento profissional
Entre as profissionais citadas pelo próprio CRECI-SC em sua abordagem sobre marca pessoal está Karina Smaniotto.
Sua trajetória também mostra que a construção de identidade profissional pode estar relacionada à evolução da própria carreira.
Em seu site oficial, Karina informa que atua como corretora de imóveis há 18 anos e que iniciou sua trajetória no mercado de imóveis populares em Brusque. Posteriormente, direcionou sua atuação para o segmento de alto padrão, especialmente no litoral catarinense e em Balneário Camboriú.
O mesmo perfil informa formação em Administração, TTI e especialização relacionada ao mercado de alto padrão. A profissional também apresenta o Método MTV — Mulher Também Vende — como uma iniciativa voltada à capacitação de corretoras.
Independentemente dos resultados comerciais atribuídos pela própria profissional, existe um elemento que chama atenção para esta discussão: seu nome não está associado somente à atividade de venda de imóveis.
Ele aparece associado a uma trajetória, a um segmento de atuação, a uma forma de comunicação e também a uma iniciativa de capacitação.
É justamente nesse ponto que o conceito de marca pessoal se torna mais amplo.
Marca pessoal não significa necessariamente transformar o corretor em celebridade. Significa fazer com que o mercado consiga identificar, com alguma clareza, quem é aquele profissional, onde ele atua, o que conhece e qual experiência pretende oferecer.
Rodrigo Salute e a construção de processos em torno da identidade profissional
Outro nome que aparece nessa transformação é Rodrigo Salute, ligado à Salute Imóveis, em Balneário Camboriú.
Há registros públicos de sua atuação relacionados ao desenvolvimento de estratégias comerciais da imobiliária. Em conteúdo publicado no blog da própria Salute, em 2019, Rodrigo Salute aparece como responsável pela explicação do programa Exclusive, estruturado em torno de tecnologia, documentação e transparência.
Na época, a empresa apresentava o programa como uma forma de trabalhar imóveis com maior controle sobre documentação, atendimento e visitas. Rodrigo explicava que somente pessoas cadastradas poderiam visitar determinados apartamentos e que o proprietário receberia relatório das visitas.
A atuação atual da Salute mantém o nome Rodrigo associado ao atendimento de imóveis disponíveis em Santa Catarina. A página da imobiliária dedicada ao profissional apresenta Rodrigo Rocha Gonçalves como responsável por dezenas de imóveis anunciados na região.
É importante fazer uma distinção aqui. As fontes públicas consultadas não permitem afirmar que Rodrigo Salute esteja adotando exatamente o mesmo modelo de marca pessoal de Pilger, Cassola, Bonato ou Smaniotto. O que elas permitem observar é que seu nome está associado publicamente à operação imobiliária, à comunicação da empresa e a iniciativas de posicionamento comercial.
Essa diferença é importante porque marca pessoal não precisa seguir um único modelo.
O que realmente está mudando
A principal mudança talvez não esteja no fato de o corretor aparecer mais.
Está no fato de que o relacionamento com o cliente pode começar antes do contato comercial.
Uma pessoa que acompanha um corretor durante meses nas redes sociais pode conhecer sua maneira de explicar o mercado, observar imóveis apresentados por ele, acompanhar bairros, entender diferenças entre empreendimentos e formar uma percepção sobre seu conhecimento antes de enviar uma mensagem.
Quando finalmente procura um imóvel, ela pode não estar procurando simplesmente “um corretor”.
Pode estar procurando aquele corretor.
Essa mudança altera uma característica importante da profissão.
Historicamente, grande parte da publicidade imobiliária esteve concentrada no imóvel: localização, metragem, número de quartos, lazer, preço, condições de pagamento e características do empreendimento.
No ambiente digital, existe espaço para outra camada de informação: a pessoa que apresenta tudo isso.
O cliente pode conhecer o bairro pelo corretor. Pode entender um empreendimento pelo corretor. Pode descobrir uma oportunidade pelo corretor. Pode aprender sobre documentação, financiamento ou investimento por meio do conteúdo produzido pelo corretor.
A informação passa a ser também uma ferramenta de relacionamento.
E relacionamento, em uma atividade baseada em confiança, tem peso próprio.
Santa Catarina oferece um ambiente particularmente favorável
O litoral catarinense, especialmente a região de Balneário Camboriú e Itajaí, apresenta uma forte presença de profissionais que trabalham com imóveis de médio e alto padrão e utilizam diferentes canais de comunicação.
A Gazeta do Povo mostrou recentemente como outdoors com rostos de corretores passaram a dividir espaço com a publicidade dos próprios empreendimentos na região. A reportagem também descreveu a utilização combinada de publicidade de rua, vídeos, Instagram, YouTube e relacionamento comercial.
O dado ajuda a compreender a dimensão visual dessa transformação.
Quando um empreendimento é anunciado, o rosto do profissional pode aparecer ao lado do produto.
Isso cria uma associação diferente daquela tradicional publicidade imobiliária em que a marca principal é a incorporadora ou a imobiliária.
O corretor passa a dizer, de maneira implícita: “eu também sou parte daquilo que estou oferecendo”.
Isso aumenta a responsabilidade.
Quanto maior a exposição do nome pessoal, maior também a necessidade de coerência entre aquilo que é publicado e aquilo que é entregue ao cliente.
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Marca pessoal não é apenas número de seguidores
Esse talvez seja um dos pontos mais importantes da discussão.
Ter muitos seguidores não significa, por si só, construir uma marca profissional.
Uma conta pode alcançar milhares de pessoas e ainda assim não gerar confiança suficiente para uma negociação imobiliária.
Da mesma forma, um profissional pode ter uma audiência menor e construir um relacionamento extremamente forte em sua região de atuação.
O próprio posicionamento institucional do Sistema COFECI-CRECI reforça a importância da qualificação e da confiança na atividade profissional. Em publicação recente, o presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro, relacionou excelência profissional a aprimoramento, cursos, congressos, palestras, prática e atenção aos detalhes do atendimento ao cliente.
Isso coloca um limite importante para a discussão sobre marca pessoal.
A imagem pode chamar atenção. O conhecimento sustenta a confiança.
No mercado imobiliário, isso ganha ainda mais importância porque a decisão envolve valores elevados, documentação, financiamento, patrimônio e, muitas vezes, uma escolha que terá consequências durante muitos anos.
Por isso, transformar o próprio nome em marca não deveria significar simplesmente aparecer mais.
Significa assumir publicamente uma identidade profissional e sustentar aquilo que ela promete.
O corretor passa a ser encontrado antes do imóvel
A mudança também altera a jornada de descoberta do cliente.
Antes, alguém interessado em comprar um apartamento poderia entrar em um portal imobiliário, procurar uma imobiliária ou visitar um plantão.
Hoje, a jornada pode começar por um vídeo.
O cliente pesquisa uma cidade, um bairro, uma vista, um tipo de imóvel ou uma faixa de preço. Encontra um conteúdo. Depois outro. Conhece o profissional. Passa a acompanhar seu trabalho. Só então entra em contato.
O imóvel continua sendo o centro da negociação, mas o caminho até ele pode ser construído pelo conteúdo.
Essa dinâmica ajuda a explicar por que profissionais como Guilherme Pilger passaram a combinar vídeos de imóveis com redes sociais, enquanto outros, como Wagner Bonato, ampliaram sua presença para conteúdos sobre vendas e formação profissional.
São estratégias diferentes, mas existe um ponto em comum: o nome do profissional deixa de aparecer somente no final da negociação e passa a participar do início da jornada.
A imobiliária perde espaço?
Não necessariamente.
Essa é outra conclusão que precisa ser tratada com cuidado.
A valorização da marca pessoal não significa automaticamente a substituição da marca da imobiliária.
Na prática, as duas podem coexistir.
A imobiliária oferece estrutura, equipe, processos, carteira de imóveis, relacionamento com incorporadoras e organização operacional. O corretor oferece relacionamento direto, conhecimento, atendimento e sua própria reputação profissional.
O modelo pode funcionar de forma complementar.
A própria experiência de Bruno Cassola ajuda a mostrar essa possibilidade. Seu nome aparece associado ao atendimento profissional, enquanto sua atividade continua inserida no ecossistema imobiliário da região.
O desafio está em encontrar equilíbrio.
Quando a marca pessoal é construída de maneira saudável, ela pode fortalecer a percepção de profissionalismo e também beneficiar a empresa com a qual o corretor trabalha.
Quando existe desalinhamento entre profissional e empresa, porém, podem surgir questões relacionadas à carteira de clientes, relacionamento, comunicação e continuidade da operação.
Por isso, quanto mais forte a marca pessoal, mais importante se torna estabelecer processos claros dentro das imobiliárias.
Uma nova geração de profissionais está aprendendo a trabalhar o próprio nome
O que acontece em Santa Catarina também pode ser observado em uma transformação mais ampla da profissão.
O corretor contemporâneo não precisa depender exclusivamente do anúncio do imóvel para ser encontrado.
Ele pode produzir conteúdo, participar de eventos, escrever, ensinar, criar vídeos, construir relacionamento, desenvolver especialização regional e utilizar ferramentas digitais para ampliar sua presença.
O próprio CRECI-SC vem promovendo iniciativas de capacitação e valorização profissional que refletem essa transformação. Em 2026, por exemplo, o conselho lançou a campanha “Orgulho de Ser Corretor de Imóveis”, apresentada como uma iniciativa de valorização da profissão e de reforço de valores como autoridade, segurança e credibilidade.
A presença do termo “marca pessoal” em iniciativas e conteúdos voltados aos próprios corretores mostra que o assunto deixou de ser exclusivamente uma pauta de especialistas em marketing.
Passou a fazer parte da conversa profissional.
O futuro pode ser menos sobre “qual imobiliária?” e mais sobre “quem está me atendendo?”
Não há evidência suficiente para afirmar que essa será a regra do mercado.
Mas os casos analisados mostram que existe espaço para uma mudança na relação entre cliente, corretor e empresa.
Quando um profissional investe durante anos em conhecimento, relacionamento e comunicação, seu nome pode acumular um patrimônio que não está necessariamente ligado a um único imóvel.
Um apartamento é vendido.
Um empreendimento é entregue.
Uma campanha termina.
Mas a reputação construída pelo profissional pode continuar.
É por isso que a marca pessoal interessa tanto à corretagem.
Ela transforma algo intangível — o reconhecimento profissional — em um ativo que pode acompanhar a carreira.
Não significa abandonar a imobiliária. Não significa transformar todo corretor em influenciador. E tampouco significa que número de seguidores seja sinônimo de sucesso.
Significa reconhecer que, em um mercado em que produtos podem ser semelhantes e anúncios podem ser vistos por milhares de pessoas, a confiança depositada na pessoa que conduz a negociação pode se tornar parte importante da decisão do cliente.
Santa Catarina oferece alguns exemplos claros dessa transformação.
Guilherme Pilger utiliza conteúdo e presença pública para ampliar o reconhecimento de seu trabalho. Bruno Cassola construiu uma operação profissional em torno do próprio nome. Wagner Bonato ampliou sua atuação para conteúdo, palestras, mentorias e treinamento. Karina Smaniotto associou sua trajetória profissional ao mercado de alto padrão e à capacitação de outras mulheres. Rodrigo Salute aparece ligado à construção de processos e à comunicação da Salute Imóveis.
São histórias diferentes.
E justamente por serem diferentes, ajudam a mostrar que marca pessoal não é uma fórmula pronta.
Cada profissional constrói a sua a partir da própria história, região, especialização, personalidade e maneira de trabalhar.
No fim, talvez essa seja a mudança mais humana de todas.
Antes de comprar um imóvel, o cliente procura informação.
Depois, procura segurança.
E, muitas vezes, procura alguém em quem consiga confiar.
Quando o nome do corretor passa a representar essa confiança, ele deixa de ser apenas o profissional que aparece no anúncio.
Passa a ser parte da própria marca.
Análise Editorial Broker News BR
A análise dos dados e registros públicos consultados permite afirmar que a marca pessoal já é uma pauta concreta dentro da evolução profissional da corretagem em Santa Catarina, e não apenas uma tendência criada pelas redes sociais.
O CRECI-SC trata diretamente de marca pessoal e cita profissionais catarinenses nesse contexto. O próprio conselho também levou o tema do posicionamento do corretor para sua programação de eventos. Paralelamente, trajetórias públicas de profissionais como Guilherme Pilger, Bruno Cassola, Wagner Bonato, Karina Smaniotto e Rodrigo Salute mostram diferentes maneiras de associar o nome do profissional à comunicação, ao relacionamento e à atividade imobiliária.
Isso, porém, não permite concluir que exista uma substituição das imobiliárias pelos corretores, nem que todos os profissionais estejam seguindo o mesmo caminho.
O que os fatos mostram é algo mais específico: o nome do corretor ganhou importância como elemento de posicionamento profissional e relacionamento com o mercado.
E essa mudança merece atenção porque pode alterar não apenas a publicidade imobiliária, mas também a maneira como profissionais constroem carreira, reputação e relacionamento de longo prazo com seus clientes.
Produção Editorial Broker News BR
Esta matéria é um conteúdo original produzido pela equipe editorial da Broker News BR, elaborado com base em pesquisa, apuração e consulta a fontes oficiais e confiáveis do mercado imobiliário para informar corretores de imóveis, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e investidores.
Fontes
CRECI-SC — conteúdos institucionais sobre marca pessoal, LinkedIn, eventos e valorização profissional.
COFECI — informações institucionais sobre a profissão, qualificação e evolução profissional do corretor de imóveis.
Wagner Bonato — site profissional — informações apresentadas pelo próprio profissional sobre sua trajetória e atuação.
Bruno Cassola — site profissional — identificação profissional e canais oficiais de atuação.
Guilherme Pilger — site profissional e registros do CRECI-SC — informações sobre atuação profissional e marketing pessoal.
Karina Smaniotto — site profissional — informações biográficas e profissionais apresentadas pela própria corretora.
Salute Imóveis — informações sobre atuação de Rodrigo Salute/Rodrigo Rocha Gonçalves e estrutura comercial da imobiliária.
Gazeta do Povo — reportagem utilizada para contextualizar o fenômeno dos corretores que associam presença digital, publicidade e marca pessoal no litoral catarinense.
Consulte fontes oficiais
CRECI-SC
COFECI
Wagner Bonato
Bruno Cassola
Guilherme Pilger
Karina Smaniotto
Salute Imóveis
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Crédito Editorial
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