Home / Hiomenagem / Corretores de Imóveis: Realizadores de Sonhos!

Corretores de Imóveis: Realizadores de Sonhos!

Corretores de imóveis realizando o sonho da casa própria de uma família

Em 27 de agosto, o Brasil celebra uma profissão que vai muito além da compra, da venda e da locação de imóveis: o corretor que escuta histórias, enfrenta desafios, aproxima pessoas e ajuda a transformar planos de vida em realidade

Há profissões que entregam produtos.

Há profissões que prestam serviços.

E existem profissões que, no exercício diário do trabalho, acabam participando de momentos que ficam para sempre na memória das pessoas.

A corretagem de imóveis está entre elas.

Porque, por trás de uma escritura, existe uma história.

Por trás de uma mudança, existe uma decisão.

Por trás de uma chave entregue, existe quase sempre um sonho.

E por trás de muitos desses sonhos existe um profissional que passou horas procurando o imóvel certo, acompanhando documentos, fazendo ligações, visitando propriedades, negociando valores, esclarecendo dúvidas, enfrentando obstáculos e, muitas vezes, trabalhando silenciosamente para que duas histórias pudessem se encontrar.

No dia 27 de agosto, quando o Brasil celebra o Dia Nacional do Corretor de Imóveis, a Broker News BR propõe um olhar diferente para essa profissão.

Não apenas para falar de mercado.

Não apenas para falar de vendas.

Mas para lembrar que o corretor de imóveis trabalha com algo que não cabe em uma planilha: os projetos de vida das pessoas.

A data tem um significado especial para a categoria. Foi em 27 de agosto de 1962 que a profissão recebeu sua primeira regulamentação legal no Brasil, por meio da Lei nº 4.116. Posteriormente, essa legislação foi substituída pela Lei nº 6.530, de 12 de maio de 1978, que atualmente regulamenta a profissão.

Mais de seis décadas depois, a atividade mudou profundamente.

O corretor de hoje não é apenas aquele que abre a porta de um imóvel.

É um profissional que precisa compreender mercado, documentação, financiamento, comportamento do consumidor, negociação, comunicação, tecnologia, legislação e, acima de tudo, pessoas.

E talvez nenhuma história consiga explicar isso melhor do que a de duas famílias que, em determinado momento, precisaram de dois corretores para que seus caminhos se encontrassem.

Observação editorial: a história de Júnior, Antônio, Maria, Silvia, Flávio e Patrícia apresentada a seguir é uma narrativa ilustrativa criada pela Broker News BR para homenagear a profissão. Os personagens e a situação foram construídos para representar situações que podem fazer parte do cotidiano da corretagem, não sendo apresentados como um caso real específico.

Uma casa, duas famílias e dois sonhos

O telefone tocou em uma manhã como tantas outras.

Do outro lado da linha estava o senhor Antônio.

Ele queria conversar com o corretor Júnior.

Antônio e sua esposa, Maria, estavam diante de uma decisão que não era simples.

A casa onde haviam vivido durante tantos anos precisava ser vendida.

Não porque deixaram de gostar daquele lugar.

Muito pelo contrário.

Aquela casa carregava lembranças.

Tinha histórias.

Tinha momentos dos filhos.

Tinha aniversários.

Tinha domingos em família.

Tinha marcas de uma vida inteira.

Mas a idade havia chegado.

E, com ela, novas necessidades.

Antônio e Maria estavam envelhecendo e queriam ficar mais próximos dos familiares e, principalmente, dos netos.

Não queriam mais viver tão distantes.

Queriam poder acompanhar de perto o crescimento das crianças, participar mais da rotina da família e ter alguém por perto quando precisassem.

A mudança, portanto, não era simplesmente imobiliária.

Era uma mudança de vida.

E era justamente naquele momento que Júnior entrava na história.

O trabalho começa antes do anúncio

Júnior não chegou simplesmente com uma câmera e perguntou:

“Quanto vocês querem pela casa?”

Antes disso, sentou-se com Antônio e Maria.

Ouviu.

Conheceu a história.

Entendeu o motivo da venda.

Conversou sobre expectativas.

Analisou o imóvel.

Observou localização, características, conservação, potencial e posicionamento diante do mercado.

Explicou como seria o processo.

Conversou sobre divulgação.

Falou sobre negociação.

E, principalmente, procurou construir confiança.

Depois de entender a situação, Júnior apresentou aos proprietários a possibilidade de trabalhar o imóvel em regime de exclusividade.

Antônio e Maria aceitaram.

Para eles, não estavam simplesmente entregando uma casa para ser anunciada.

Estavam entregando ao corretor uma parte importante de suas vidas.

E isso muda completamente a responsabilidade de quem recebe a missão.

A preparação do imóvel

Júnior começou o trabalho.

Produziu as fotografias.

Preparou os vídeos.

Organizou as informações.

Pensou na apresentação do imóvel.

Estudou a melhor maneira de mostrar aquela casa para potenciais compradores.

Porque uma boa divulgação não consiste simplesmente em colocar algumas fotografias na internet.

É preciso apresentar o imóvel de forma profissional, correta e atraente.

É preciso saber quais características merecem destaque.

É preciso conhecer o público potencial.

É preciso saber comunicar.

E é preciso ter cuidado para que aquilo que está sendo apresentado corresponda efetivamente ao imóvel.

Depois do material pronto, o anúncio começou a circular.

E foi justamente aí que outra história começou.

Do outro lado da cidade estava Silvia

A corretora Silvia viu o anúncio.

Ela conhecia aquela região.

Mais do que isso.

Sabia que seus clientes, Flávio e Patrícia, procuravam exatamente naquele bairro.

Eles tinham uma história completamente diferente da de Antônio e Maria.

Flávio e Patrícia não estavam deixando uma casa.

Estavam tentando conquistar a primeira.

Durante muito tempo, os dois economizaram.

Adiaram planos.

Fizeram contas.

Guardaram dinheiro.

Cortaram despesas.

Reorganizaram a vida financeira.

Cada valor economizado tinha um destino.

A entrada do imóvel.

E, para eles, aquela entrada representava muito mais do que uma quantia em dinheiro.

Representava anos de esforço.

Representava abrir mão de algumas coisas para conseguir conquistar outra.

Representava a possibilidade de finalmente chamar um imóvel de “nosso”.

O encontro de duas histórias

Quando Silvia viu o anúncio de Júnior, percebeu que poderia existir uma oportunidade.

Ela apresentou o imóvel aos seus clientes.

Flávio e Patrícia gostaram.

Foram conhecer.

Entraram na casa.

Olharam os ambientes.

Imaginaram os móveis.

Pensaram na vida que poderiam construir ali.

E começaram a fazer contas.

O preço estava dentro daquilo que buscavam.

Mas ainda existia uma etapa fundamental.

O financiamento.

Comprar um imóvel não termina na escolha

Para quem olha de fora, muitas vezes parece simples.

O cliente escolheu a casa.

Gostou.

Fez uma proposta.

Pronto.

Mas o corretor sabe que, na realidade, começa uma nova fase.

Flávio e Patrícia precisavam organizar a documentação necessária, comprovar as condições exigidas pela instituição financeira, estruturar a entrada e buscar o financiamento para complementar o valor da aquisição.

E Silvia precisava acompanhá-los nessa caminhada.

Não significava prometer aprovação de financiamento.

Não significava garantir que determinada instituição bancaria a operação.

Significava orientar, acompanhar, esclarecer dúvidas e ajudar os clientes a compreender cada etapa dentro de sua atuação profissional.

Do lado do vendedor, Júnior também tinha trabalho

Enquanto Silvia cuidava da relação com os compradores, Júnior continuava trabalhando pelos vendedores.

Antônio e Maria precisavam ter segurança de que o negócio estava avançando corretamente.

Era necessário acompanhar a documentação do imóvel e dos proprietários, verificar as certidões e documentos pertinentes à operação, conferir informações registrais e acompanhar as exigências que surgissem durante o processo.

Em uma negociação imobiliária, a documentação não é detalhe.

É parte central do negócio.

Dependendo da operação, podem existir questões relacionadas à matrícula, titularidade, ônus, certidões, situação fiscal e outros documentos necessários para a segurança da transação.

O corretor não substitui os profissionais jurídicos, cartorários, bancários ou outros especialistas quando eles são necessários.

Mas precisa saber identificar o que precisa ser analisado, orientar o cliente e acompanhar o processo com responsabilidade.

É aí que a profissão deixa de parecer simples.

O corretor vendedor não está apenas vendendo uma casa

Júnior precisava proteger os interesses de Antônio e Maria dentro de sua atuação.

Precisava conduzir as conversas.

Acompanhar propostas.

Intermediar a negociação.

Administrar expectativas.

Explicar cada etapa.

Manter os proprietários informados.

E, principalmente, ajudar a transformar o desejo de vender em uma operação possível.

O imóvel não era apenas uma mercadoria.

Era o patrimônio de um casal que precisava fazer uma mudança importante na vida.

Júnior precisava entender isso.

E respeitar isso.

E Silvia não estava apenas procurando uma casa

Do outro lado, Silvia também carregava uma responsabilidade.

Flávio e Patrícia estavam diante da primeira grande aquisição imobiliária de suas vidas.

Havia ansiedade.

Havia medo.

Havia expectativa.

E havia dinheiro economizado durante anos.

Para eles, qualquer problema poderia representar uma grande frustração.

Silvia precisava ouvir.

Precisava explicar.

Precisava ajudar a colocar os pés no chão quando necessário.

Precisava apresentar as informações de maneira clara.

Precisava acompanhar a negociação.

E precisava estar presente quando surgissem dúvidas.

É isso que muitas vezes não aparece na fotografia do imóvel.

A negociação

Depois das visitas, vieram as conversas.

Flávio e Patrícia fizeram uma proposta.

Júnior levou a proposta a Antônio e Maria.

Vieram contrapropostas.

Novas conversas.

Ajustes.

Análises.

Até que as duas partes chegaram a um entendimento.

O valor estava dentro daquilo que Antônio e Maria esperavam.

E Flávio e Patrícia conseguiram chegar a uma condição que cabia no projeto financeiro que haviam construído durante tanto tempo.

Mas ainda faltava uma etapa importante.

O financiamento.

A espera pela aprovação

Para quem está vendendo, essa fase pode ser angustiante.

Para quem está comprando, também.

Flávio e Patrícia esperavam a análise da instituição financeira.

Documentos eram solicitados.

Informações eram conferidas.

O casal acompanhava cada etapa.

E Silvia permanecia próxima.

Júnior também.

Porque uma negociação imobiliária não termina quando as partes apertam as mãos.

Existe um caminho entre o acordo e a conclusão.

E, nesse caminho, podem surgir dúvidas, documentos adicionais, ajustes e exigências.

O bom corretor não desaparece justamente quando o negócio fica mais complexo.

É nesse momento que sua presença ganha ainda mais valor.

A notícia que Antônio e Maria esperavam

Finalmente, o processo avançou.

A venda poderia seguir.

Quando Antônio e Maria receberam a notícia de que a negociação havia avançado e que o imóvel seria vendido nas condições esperadas, a emoção apareceu.

Não era apenas porque a casa havia sido vendida.

Era porque eles poderiam seguir com o plano.

Poderiam se mudar.

Poderiam ficar mais próximos dos familiares.

Poderiam acordar sabendo que os netos estariam mais perto.

A casa que durante tantos anos representou o passado agora ajudaria a construir o próximo capítulo da vida deles.

Maria se emocionou.

Antônio também.

Eles estavam deixando uma casa.

Mas estavam se aproximando da família.

Do outro lado, Flávio e Patrícia também se emocionaram

Para eles, a emoção tinha outro significado.

Era a primeira casa.

A primeira compra.

A concretização de um projeto que parecia distante quando começaram a guardar dinheiro.

Quantas vezes fizeram contas?

Quantas vezes deixaram uma compra para depois?

Quantas vezes disseram:

“Vamos guardar esse dinheiro para a entrada?”

Agora havia uma resposta.

A casa era deles.

Ou melhor, começava ali uma nova etapa para que o imóvel se tornasse definitivamente o lar que imaginaram.

E eles fizeram questão de agradecer Silvia.

Não apenas porque ela havia mostrado aquele imóvel.

Mas porque esteve ao lado deles durante o processo.

Júnior e Silvia talvez nunca mais se encontrem naquela casa

Mas os dois corretores participaram de algo que vai muito além da negociação.

Júnior ajudou Antônio e Maria a encerrarem um ciclo e iniciarem outro.

Silvia ajudou Flávio e Patrícia a iniciarem um ciclo que eles esperavam há muito tempo.

O mesmo imóvel representou duas coisas completamente diferentes.

Para uma família, despedida.

Para outra, começo.

E os dois corretores foram a ponte.

Essa é uma das maiores belezas da profissão.

O corretor de imóveis trabalha justamente no ponto de encontro entre histórias diferentes.

O que essa história ensina sobre o trabalho do corretor

Quando alguém olha de fora, pode imaginar que o trabalho é simplesmente:

“pegar o imóvel, anunciar e vender”.

Mas existe muito mais.

O corretor precisa conquistar a confiança do proprietário.

Precisa compreender o imóvel.

Precisa conhecer o mercado.

Precisa apresentar corretamente.

Precisa divulgar.

Precisa encontrar potenciais compradores.

Precisa ouvir.

Precisa negociar.

Precisa acompanhar documentação.

Precisa saber quando buscar apoio especializado.

Precisa acompanhar financiamento quando houver.

Precisa administrar expectativas.

Precisa lidar com ansiedade.

Precisa resolver problemas.

Precisa negociar sem perder a ética.

E precisa continuar presente até que o negócio seja concluído.

A legislação brasileira atribui ao corretor de imóveis a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, além da possibilidade de opinar quanto à comercialização imobiliária.

Na prática, isso coloca o profissional no centro de uma operação que envolve patrimônio, dinheiro, expectativas e decisões familiares.

É uma responsabilidade enorme.


A matéria continua após a publicidade…


A importância do corretor de imóveis para a sociedade

O mercado imobiliário não é formado apenas por prédios, casas, terrenos e números.

Ele é formado por pessoas.

Famílias que precisam de uma casa maior.

Casais que querem comprar o primeiro imóvel.

Pais que desejam deixar uma propriedade para os filhos.

Empresários procurando um espaço para seus negócios.

Investidores buscando oportunidades.

Pessoas que precisam vender um patrimônio para mudar de cidade.

Idosos que desejam ficar mais próximos da família.

Jovens que querem sair do aluguel.

E tantas outras situações.

Em todas elas, existe uma decisão patrimonial importante.

O corretor de imóveis ajuda a aproximar essas pessoas das possibilidades existentes no mercado.

E isso tem uma dimensão social que muitas vezes não aparece nas estatísticas.

O corretor ajuda a reduzir a distância entre desejo e possibilidade

Uma pessoa pode sonhar com determinado imóvel.

Mas será que consegue comprar?

Qual é o preço adequado?

Qual é a localização?

Existe financiamento?

Quais são os documentos?

Quais custos precisam ser considerados?

O imóvel está adequado àquilo que o comprador procura?

O vendedor conhece o real posicionamento do imóvel no mercado?

São perguntas que precisam ser respondidas.

O corretor atua nesse espaço.

O corretor também movimenta a economia

Cada transação imobiliária movimenta uma cadeia muito maior.

Quando uma família compra um imóvel, existe financiamento, documentação, cartório, avaliação, seguros, mudança, móveis, decoração, reformas e diversos outros serviços.

Quando uma construtora vende unidades, toda uma cadeia produtiva é movimentada.

Quando um imóvel é alugado, também existe uma rede de serviços envolvida.

O corretor está inserido nesse ecossistema.

O próprio Sistema COFECI-CRECI destaca a dimensão econômica da atividade e informa a existência de cerca de 650 mil corretores de imóveis e 74 mil empresas imobiliárias registradas no sistema, segundo dados divulgados pelo Conselho.

São profissionais que participam diariamente de uma das atividades econômicas mais importantes das cidades brasileiras.

O corretor moderno é um consultor

A profissão também mudou.

O corretor deixou de depender exclusivamente da placa na fachada, do jornal impresso ou da indicação de amigos.

Hoje ele trabalha com fotografia profissional, vídeo, redes sociais, portais imobiliários, anúncios digitais, CRM, inteligência de dados, atendimento por mensagens e diversas ferramentas tecnológicas.

Mas existe algo que a tecnologia não substituiu:

a confiança.

Uma pessoa pode encontrar um imóvel pela internet.

Mas ainda precisa conversar com alguém.

Precisa tirar dúvidas.

Precisa entender o negócio.

Precisa negociar.

Precisa analisar uma situação.

Precisa ter alguém ao lado quando a operação fica complexa.

É por isso que tecnologia e corretagem não são necessariamente adversárias.

A tecnologia pode aumentar a capacidade do profissional.

Mas o relacionamento continua sendo humano.

10 dicas para ser um Corretor em Excelência

Ser um bom corretor não significa apenas vender muito.

Excelência profissional também significa construir reputação, gerar confiança e conseguir olhar para cada negócio sabendo que existem pessoas por trás dele.

1. Escute antes de oferecer

Antes de apresentar imóveis, entenda a pessoa.

Pergunte.

Ouça.

Descubra o que ela realmente precisa.

Às vezes o cliente pede três quartos, mas o que realmente procura é uma escola próxima.

Às vezes pede um bairro específico, mas o orçamento aponta para outra região.

Quem escuta bem consegue oferecer melhor.

2. Conheça profundamente o imóvel que representa

Não anuncie aquilo que você não conhece.

Saiba metragem, localização, características, condomínio, condições de venda, documentação disponível, diferenciais e limitações.

Quanto mais você conhece o produto, mais segurança transmite.

3. Conheça o mercado

Um corretor de excelência não pode depender apenas do preço informado pelo proprietário.

Precisa acompanhar valores, lançamentos, oferta, demanda, bairros, tendências e comportamento dos compradores.

Conhecimento gera autoridade.

4. Trate documentação com seriedade

Documentação não é burocracia sem importância.

É segurança.

Saiba quais documentos são pertinentes à operação, acompanhe o processo e, quando houver questões jurídicas, registrais ou técnicas que exijam conhecimento especializado, oriente o cliente a procurar o profissional adequado.

O corretor responsável não promete aquilo que não pode garantir.

5. Seja transparente

Se existe um problema, diga.

Se o preço está acima do mercado, explique.

Se determinado financiamento pode não ser aprovado, não prometa.

Se existe uma informação que precisa ser confirmada, diga que precisa ser confirmada.

A verdade pode dificultar uma negociação hoje.

Mas a falta de verdade pode destruir uma reputação amanhã.

6. Aprenda a negociar

Negociação não é fazer vendedor perder dinheiro ou comprador pagar mais.

É encontrar um ponto possível entre interesses diferentes.

O corretor excelente sabe defender o cliente sem transformar a negociação em uma guerra.

7. Invista na apresentação

Fotografias ruins podem esconder um bom imóvel.

Vídeos mal produzidos podem afastar interessados.

Descrição genérica pode fazer uma propriedade parecer igual a todas as outras.

Apresentar bem é valorizar corretamente.

8. Construa relacionamento, não apenas carteira

O cliente de hoje pode ser a indicação de amanhã.

Uma pessoa que comprou o primeiro imóvel pode voltar anos depois para comprar outro.

Um proprietário satisfeito pode indicar o corretor para amigos.

A venda termina.

O relacionamento pode continuar durante décadas.

9. Continue estudando

Mercado imobiliário muda.

Financiamento muda.

Tecnologia muda.

Comportamento do consumidor muda.

Legislação muda.

O corretor que para de estudar começa a ficar para trás.

A própria evolução da regulamentação profissional mostra como a atividade passou por transformações importantes ao longo das décadas.

10. Nunca esqueça que existem pessoas por trás do negócio

Talvez essa seja a dica mais importante.

Não trate o cliente como apenas mais uma comissão.

Existe uma família.

Existe uma história.

Existe uma preocupação.

Existe um sonho.

Existe dinheiro economizado.

Existe patrimônio.

Existe confiança.

Quando o corretor entende isso, a profissão muda de significado.

O corretor que realiza sonhos também precisa proteger sonhos

Há uma frase que resume bem a responsabilidade dessa profissão:

vender um imóvel pode ser uma operação; comprar um imóvel pode ser uma das decisões mais importantes da vida de uma pessoa.

Por isso, o corretor não deve ser apenas vendedor.

Precisa ser profissional.

Precisa ser ético.

Precisa ser preparado.

Precisa ser cuidadoso.

Precisa saber dizer “não sei” quando não souber.

Precisa saber dizer “vamos verificar” quando uma informação ainda não estiver confirmada.

Precisa reconhecer seus limites.

E precisa compreender que confiança é construída lentamente e pode ser perdida em segundos.

A própria Lei nº 6.530 estabelece deveres e vedações para o exercício profissional, incluindo a obrigação de não prejudicar, por dolo ou culpa, os interesses que lhe forem confiados e de respeitar o sigilo profissional, entre outras responsabilidades.

Isso mostra que a profissão não é apenas comercial.

Existe uma responsabilidade profissional formalmente reconhecida.

Quando a chave muda de mão, uma história começa

Talvez seja por isso que o Dia do Corretor de Imóveis mereça ser comemorado de uma maneira especial.

Porque o trabalho desse profissional aparece em momentos que ficam marcados.

No abraço do casal que compra a primeira casa.

Na emoção de quem finalmente vende um imóvel que precisava vender.

Na família que consegue mudar para uma cidade melhor.

No empresário que encontra o endereço para expandir seu negócio.

Na pessoa que compra um imóvel para os filhos.

No investidor que encontra uma oportunidade.

Na família que muda de casa porque a vida mudou.

E até naquela história silenciosa de Antônio e Maria.

Eles não estavam simplesmente vendendo uma casa.

Estavam se despedindo de uma parte da vida para poder ficar mais perto daqueles que amavam.

Flávio e Patrícia não estavam simplesmente comprando quatro paredes.

Estavam realizando um sonho que exigiu anos de esforço.

Júnior e Silvia estavam no meio dessas duas histórias.

E fizeram aquilo que os melhores corretores fazem:

transformaram uma negociação em um encontro de sonhos.

O valor de uma profissão que muitas vezes começa com uma pergunta

“Você pode me ajudar?”

É assim que muitos negócios começam.

Uma ligação.

Uma mensagem.

Uma indicação.

Uma visita.

Uma conversa.

E, a partir daquele momento, o corretor passa a fazer parte da história de alguém.

É uma responsabilidade grande.

Mas também é um privilégio.

Porque poucas profissões permitem acompanhar tão de perto momentos tão importantes da vida de uma pessoa.

O corretor vê a ansiedade antes da assinatura.

Vê o alívio depois da aprovação.

Vê a emoção na entrega das chaves.

Vê a família entrando pela primeira vez.

Vê o proprietário respirando aliviado depois da venda.

Vê o cliente comemorando.

E sabe que, naquele momento, seu trabalho ajudou a tornar possível algo que antes existia apenas como desejo.

Mais do que vender imóveis

O corretor de imóveis vende, sim.

Mas sua profissão não termina na venda.

Ele aproxima.

Intermedeia.

Orienta.

Negocia.

Pesquisa.

Apresenta.

Acompanha.

Conecta.

E, quando trabalha com excelência, ajuda pessoas a tomar decisões importantes com mais informação e segurança.

Por isso, talvez seja pequeno demais dizer apenas que o corretor “vende imóveis”.

Ele ajuda pessoas a mudar de vida.

Uma homenagem a quem abre portas todos os dias

Neste 27 de agosto, a Broker News BR não quer homenagear somente os grandes vendedores.

Quer homenagear também aquele corretor que passou o dia inteiro trabalhando e não fechou nenhuma venda.

Aquele que fez dez visitas.

Aquele que respondeu dezenas de mensagens.

Aquele que atualizou um anúncio.

Aquele que procurou um imóvel durante horas para um cliente.

Aquele que explicou pela quinta vez como funciona um financiamento.

Aquele que foi atrás de uma certidão.

Aquele que acompanhou uma família em uma decisão difícil.

Aquele que perdeu uma negociação, mas continuou trabalhando.

Aquele que começou a carreira agora.

Aquele que já está há décadas no mercado.

Aquele que trabalha sozinho.

Aquele que trabalha em uma grande imobiliária.

Aquele que atende o alto padrão.

Aquele que trabalha com imóveis populares.

Aquele que vende terrenos.

Aquele que trabalha com locação.

Aquele que atua com lançamentos.

Aquele que vive de indicação.

Aquele que construiu seu nome com honestidade durante anos.

Todos fazem parte de uma profissão que ajudou a construir e continua movimentando o mercado imobiliário brasileiro.

Corretores de imóveis: vocês realizam sonhos

Talvez o maior reconhecimento que um corretor possa receber não esteja na comissão.

Nem no número de imóveis vendidos.

Nem no tamanho da placa.

Nem na quantidade de seguidores.

Está naquele cliente que, anos depois, ainda lembra seu nome.

Está naquela família que diz:

“Foi você que nos ajudou a encontrar nossa casa.”

Está naquele comprador que olha para a própria sala e lembra de quando tudo ainda era apenas um projeto.

Está naquele vendedor que conseguiu seguir para uma nova fase da vida.

Está naquele cliente que indica você para alguém porque confia no seu trabalho.

Isso é patrimônio profissional.

E patrimônio profissional não se constrói em um anúncio.

Constrói-se com tempo.

Com ética.

Com conhecimento.

Com presença.

Com responsabilidade.

Com humanidade.

Por isso, neste 27 de agosto, a mensagem da Broker News BR é simples:

Parabéns, corretor de imóveis.

Que você continue abrindo portas.

Mas que nunca se esqueça de que, muitas vezes, a porta que você abre não é apenas a porta de um imóvel.

É a porta de uma nova vida.

Feliz Dia do Corretor de Imóveis!

Análise Editorial Broker News BR

O Dia do Corretor de Imóveis é uma oportunidade para falar da profissão para além dos números de vendas e dos indicadores do mercado.

A corretagem está diretamente relacionada a decisões patrimoniais importantes e, em muitos casos, a mudanças significativas na vida das famílias.

A profissão é regulamentada atualmente pela Lei nº 6.530/1978, que estabelece que compete ao corretor de imóveis exercer a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, além de poder opinar quanto à comercialização imobiliária.

A data de 27 de agosto também possui significado histórico: foi nesse dia, em 1962, que a Lei nº 4.116 regulamentou originalmente a profissão no Brasil. Posteriormente, essa legislação foi substituída pela Lei nº 6.530/1978.

A narrativa de Antônio, Maria, Júnior, Silvia, Flávio e Patrícia foi construída exclusivamente como recurso literário para representar, de maneira humanizada, diferentes etapas que podem fazer parte de uma operação imobiliária. A Broker News BR não apresenta os personagens como pessoas reais nem a situação como um caso concreto.

O objetivo desta homenagem é valorizar o trabalho profissional, ético e responsável dos corretores de imóveis e mostrar ao público que uma transação imobiliária pode representar muito mais do que uma operação financeira: pode representar mudança, patrimônio, segurança e realização de projetos de vida.

Produção Editorial Broker News BR

Esta matéria é um conteúdo original produzido pela equipe editorial da Broker News BR, elaborado com base em pesquisa, apuração e consulta a fontes oficiais e confiáveis do mercado imobiliário para informar corretores de imóveis, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e investidores.

Fontes

  • Conselho Federal de Corretores de Imóveis — COFECI
  • Lei Federal nº 6.530/1978 — Presidência da República
  • Sistema COFECI-CRECI — histórico da regulamentação da profissão

Consulte as fontes oficiais

COFECI — Conselho Federal de Corretores de Imóveis

Lei nº 6.530/1978 — Planalto

COFECI — Como ser Corretor de Imóveis

Continue navegando na Broker News BR

Mercado Imobiliário na Broker News BR

Crédito Editorial

A Broker News BR investe em pesquisa, apuração e organização de informações para produzir conteúdo confiável para o mercado imobiliário. Se esta matéria contribuir para seu trabalho jornalístico, acadêmico ou editorial, considere citar a Broker News BR como uma das fontes consultadas.

Foto de Camille Assis

Por Camille Assis

Editor/Fundador Site de Notícias Broker News BR
CoFundador Empresa Gráfica Broker Art & Design
Criação | Impressão | Personalização

Marcado: