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Bradesco leva 20 imóveis a leilão em 8 de outubro, com lance inicial de R$ 25 mil

Leilão de imóveis do Bradesco em 8 de outubro reúne casas apartamentos e terrenos

Evento online reúne casas, apartamentos e terrenos em nove estados; catálogo da Mega Leilões tem 20 lotes, dos quais 19 estavam abertos para lances na consulta realizada em 2 de outubro

Quem acompanha o mercado imobiliário em busca de oportunidades de compra terá uma nova rodada de ofertas para acompanhar na próxima semana. O Banco Bradesco realiza em 8 de outubro de 2026, a partir das 14h, um leilão extrajudicial de imóveis residenciais e comerciais por meio da Mega Leilões, com 20 lotes cadastrados no catálogo oficial. Na consulta realizada pela Broker News BR em 2 de outubro, 19 lotes apareciam abertos para lances e um deles, um imóvel rural em Turiúba, no interior de São Paulo, estava identificado como “sustado”.

O evento chama atenção principalmente pelo valor de entrada. Entre os lotes abertos para lances, o menor lance inicial é de R$ 25 mil, para um terreno de 377,55 metros quadrados em Cassilândia, no Mato Grosso do Sul. O mesmo catálogo reúne imóveis residenciais com valores superiores a R$ 1 milhão, mostrando que a rodada não está concentrada apenas em propriedades de baixo valor. O maior lance inicial entre os lotes que estavam abertos na consulta era de R$ 1,01 milhão, para uma casa de 201 metros quadrados em Maricá, no Rio de Janeiro.

O leilão será realizado exclusivamente pela internet e integra uma oferta de imóveis do Bradesco conduzida pelo leiloeiro oficial Fernando José Cerello Gonçalves Pereira. No catálogo do lote de Cassilândia, o profissional aparece registrado como leiloeiro oficial nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, e o próprio edital estabelece que os interessados devem realizar cadastro prévio na plataforma, apresentar a documentação exigida e concordar com as regras de participação.

Um leilão com imóveis em nove estados

A rodada de 8 de outubro tem uma distribuição geográfica bastante ampla. Os lotes estão localizados em Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. A variedade também aparece no tipo de imóvel: há casas, apartamentos, terrenos e uma propriedade rural que, no momento da consulta, estava sustada.

A sequência começa em Trindade, Goiás, onde uma casa de 192 m² tem lance inicial de R$ 284 mil. Em Barra do Corda, no Maranhão, outra casa, de 128 m², aparece por R$ 126 mil. Em Cassilândia estão dois terrenos, um de 377,55 m² por R$ 25 mil e outro de 750 m² por R$ 51 mil. O primeiro deles é informado como imóvel desocupado.

No Mato Grosso, o catálogo traz uma casa de 161 m² em Rondonópolis, com lance inicial de R$ 280 mil, e outra de 58 m² em Várzea Grande, a partir de R$ 120 mil. Pernambuco aparece com uma casa de 291 m² em Petrolina, por R$ 405 mil, e dois apartamentos em Jaboatão dos Guararapes: um de 58 m² por R$ 109 mil e outro de 66 m² por R$ 340 mil.

No Paraná, uma casa de 79 m² em Apucarana tem lance inicial de R$ 172 mil. No Rio de Janeiro, há uma casa de 117 m² em Porto Real, por R$ 138 mil; um apartamento de 140 m² em Vaz Lobo, na capital, por R$ 96 mil; e uma casa de 201 m² em Maricá, com lance inicial de R$ 1,01 milhão.

O Rio Grande do Sul aparece com duas casas em Cachoeirinha, uma de 49 m² por R$ 82 mil e outra de 244 m² por R$ 192 mil, além de um apartamento de 50 m² em Alvorada, cujo lance inicial é de R$ 185 mil. Em São Paulo, estão entre os lotes uma casa de 131 m² em Ilha Solteira, por R$ 99 mil; uma casa de 182 m² em Limeira, por R$ 970 mil; e uma casa de 198 m² em Marília, por R$ 316 mil.

Essa distribuição mostra que o evento não é simplesmente um “leilão de imóveis baratos”. Há uma grande diferença entre os lotes, tanto em localização quanto em tamanho, tipo de propriedade e valor de entrada.

O imóvel de R$ 25 mil existe — mas não é uma casa

É justamente aqui que a publicidade de um lance inicial de R$ 25 mil precisa ser compreendida com cuidado.

O lote mais barato do evento é um terreno de 377,55 m² em Cassilândia, no Mato Grosso do Sul, localizado na Rua Josué Andrade de Vasconcelos, no Jardim Primavera II. O imóvel está identificado como lote 3 e aparece como desocupado no catálogo. O valor inicial é de R$ 25 mil.

O edital, entretanto, mostra que o valor do lance não representa necessariamente todo o desembolso relacionado à aquisição.

A descrição do lote informa a existência de débitos de IPTU estimados em aproximadamente R$ 5 mil, que deverão ser apurados e pagos pelo arrematante, sem direito a reembolso. O documento também atribui ao comprador eventuais providências relacionadas à demarcação ou divergências de área, caso sejam identificadas, além de outras regularizações previstas nas condições do imóvel.

Isso é importante porque transforma o terreno de Cassilândia em um excelente exemplo para explicar ao leitor como funciona um leilão imobiliário.

R$ 25 mil é o lance inicial. Não significa que R$ 25 mil seja o custo total da operação.

Além do valor efetivamente arrematado, o comprador precisa observar a comissão do leiloeiro, impostos, registro, eventuais débitos e todas as obrigações específicas estabelecidas para aquele imóvel.

É justamente por isso que o edital precisa ser lido antes do lance.

O Bradesco oferece desconto de 10% para pagamento à vista

Uma das características desta rodada é que o edital estabelece condições diferentes de pagamento.

Para imóveis arrematados por qualquer valor e pagos à vista, está previsto desconto de 10% sobre o valor de arremate. O comprador, entretanto, continua obrigado a pagar a comissão de 5% ao leiloeiro, calculada sobre o valor da arrematação. O edital deixa claro que não há desconto sobre essa comissão.

Existe também a possibilidade de parcelamento em até 12 vezes, independentemente do valor de arremate. Nessa modalidade, o sinal mínimo é de 25% e o saldo restante é dividido em 12 parcelas mensais, iguais e consecutivas, sem acréscimos. A comissão de 5% continua sendo de responsabilidade do comprador.

Para imóveis arrematados por até R$ 100 mil, o edital prevê ainda uma modalidade de parcelamento em até 24 parcelas, mediante sinal mínimo de 25%. Nesse caso, o saldo sofre juros efetivos de 12% ao ano, calculados pela Tabela Price, além de correção anual pelo IGP-M, caso o índice seja positivo.

Para imóveis arrematados por valor superior a R$ 100 mil, o comprador pode optar, de acordo com as condições estabelecidas, por 36 ou 48 parcelas, com sinal mínimo de 30%, juros efetivos de 12% ao ano pela Tabela Price e correção mensal pelo IGP-M, caso positivo.

Essas condições ajudam a explicar por que o preço anunciado no catálogo não deve ser analisado isoladamente.

Um imóvel com lance inicial baixo pode exigir uma leitura financeira mais cuidadosa do que simplesmente comparar seu valor com o preço de outros imóveis disponíveis no mercado.

A comissão de 5% precisa entrar na conta

A comissão do leiloeiro é outro ponto que costuma passar despercebido quando o comprador olha apenas para o lance inicial.

O edital do Bradesco estabelece comissão de 5% sobre o valor da arrematação, paga pelo comprador separadamente.

Em um lance de R$ 25 mil, por exemplo, a comissão correspondente seria de R$ 1.250, considerando apenas a aplicação matemática dos 5% previstos no edital.

Isso não significa, entretanto, que R$ 26.250 represente necessariamente o custo total da aquisição. No caso do terreno de Cassilândia, por exemplo, existe ainda a informação sobre aproximadamente R$ 5 mil em débitos de IPTU, além de despesas e eventuais regularizações que possam ser necessárias.

O exemplo mostra por que comparar somente “lance inicial” pode produzir uma percepção incompleta sobre a oportunidade.

O que significa ser um leilão extrajudicial

O evento de 8 de outubro é classificado no catálogo da Mega Leilões como extrajudicial. O lote de Cassilândia, por exemplo, aparece vinculado ao Banco Bradesco S.A. como comitente e ao leilão ML34813.

Isso diferencia a operação de um leilão judicial, que normalmente está associado a um processo judicial e segue regras específicas determinadas no âmbito daquele processo.

No caso desta rodada, o edital estabelece as condições gerais da venda e informa que os imóveis serão vendidos individualmente a quem oferecer o maior lance, desde que seja igual ou superior ao lance mínimo estabelecido para cada propriedade. O documento também ressalva ao vendedor o direito de liberar ou não o imóvel pelo maior preço alcançado.

Essa última informação é particularmente importante para quem nunca participou de um leilão.

Dar o maior lance não deve ser interpretado isoladamente como garantia de que a propriedade será imediatamente transferida. O edital prevê análise de documentos, análise de crédito e observância das políticas do vendedor antes da aprovação da venda.

O comprador precisa conhecer o imóvel antes de dar o lance

Outro ponto que merece destaque está relacionado às fotografias.

O edital afirma que as fotos divulgadas são meramente ilustrativas e atribui aos interessados a responsabilidade pela realização de visita prévia ao imóvel, inclusive para identificação da propriedade no local.

Isso muda a maneira como o comprador deve olhar para o catálogo.

Uma fotografia ajuda a despertar interesse, mas não substitui uma análise física, documental e jurídica da propriedade.

No caso de um terreno, por exemplo, pode ser necessário verificar exatamente seus limites, acesso, topografia, situação perante o município e eventual necessidade de regularização. Para uma casa ou apartamento, questões como conservação, ocupação, condomínio, documentação e restrições também podem ser relevantes.

O próprio edital estabelece que os imóveis são vendidos “ad corpus” e no estado em que se encontram, e que as áreas divulgadas têm caráter enunciativo, reproduzindo as dimensões constantes do registro imobiliário.

Para quem trabalha profissionalmente com imóveis, essa é uma diferença fundamental em relação a uma compra tradicional.

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Não é todo imóvel de leilão que pode ser financiado

Outro cuidado importante está na utilização de financiamento.

O edital estabelece que não é permitido utilizar FGTS, consórcios ou cartas de crédito de qualquer natureza para a aquisição dos imóveis neste leilão.

Há uma previsão específica para financiamento imobiliário, mas ela é restrita a determinadas condições. O imóvel precisa ser residencial, desocupado e sem restrição documental, além de ter sido adquirido pelo vendedor por meio de dação em pagamento. O interessado também deve procurar previamente uma agência Bradesco para verificar seu enquadramento antes da data do leilão.

Portanto, não é adequado anunciar genericamente que “o Bradesco financia os imóveis do leilão”.

As condições dependem do imóvel e do enquadramento previsto no edital.

Um lote do catálogo já está sustado

A consulta realizada pela Broker News BR também encontrou uma informação que merece ser registrada para evitar uma leitura desatualizada do catálogo.

O evento possui 20 lotes cadastrados, mas o lote 18, correspondente a uma área rural de 7 hectares em Turiúba, São Paulo, aparece atualmente como “Sustado”.

O imóvel é identificado como Sítio Santo Antônio e possui lance inicial cadastrado de R$ 291 mil. Porém, como o próprio catálogo informa que o lote está sustado, não devemos tratá-lo como uma oferta aberta para lances neste momento.

Essa diferença explica também por que a matéria precisa registrar a data da consulta.

Catálogos de leilão podem sofrer alterações antes da realização do evento, inclusive com retirada ou suspensão de lotes. O próprio edital do Bradesco estabelece que as condições e descrições podem sofrer alterações até a data do leilão e que cabe ao interessado acompanhar as informações atualizadas divulgadas pelo leiloeiro.

A própria instituição recomenda atenção ao edital

O Bradesco mantém uma página oficial dedicada aos leilões de imóveis e veículos. Nela, o banco explica que sua vitrine reúne as ofertas e direciona o interessado ao site do leiloeiro responsável pela venda.

A orientação oficial é clara: depois de encontrar o imóvel, o interessado deve acessar o site do leiloeiro, consultar o edital e realizar o cadastro necessário para participar.

Essa orientação também ajuda a definir o papel de uma matéria jornalística sobre o assunto.

A Broker News BR pode mostrar ao leitor que o leilão existe, quando acontece, quais são os imóveis, os valores iniciais e quais cuidados aparecem no edital.

Mas a decisão de participar é do comprador, que deve fazer sua própria análise e, quando necessário, buscar orientação jurídica, imobiliária e financeira.

Os imóveis de menor valor não estão concentrados em uma única região

O catálogo também mostra como os preços iniciais variam de acordo com localização, tipo e características do imóvel.

Os três menores valores entre os lotes abertos são o terreno de Cassilândia, por R$ 25 mil; o segundo terreno da mesma cidade, por R$ 51 mil; e a casa de 49 m² em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, por R$ 82 mil. Em seguida aparecem o apartamento de 140 m² em Rio de Janeiro, por R$ 96 mil, e a casa de 131 m² em Ilha Solteira, por R$ 99 mil.

Já na faixa mais elevada estão a casa de 201 m² em Maricá, por R$ 1,01 milhão, e a casa de 182 m² em Limeira, por R$ 970 mil.

Entre esses extremos estão imóveis de diferentes tamanhos e características, o que mostra que não existe um único perfil de comprador para a rodada.

Um terreno pode interessar a alguém que pretende construir. Um apartamento pode entrar no radar de quem procura moradia ou investimento. Uma casa de maior porte pode atender a uma família ou a um investidor interessado em determinada região.

A oportunidade, portanto, não está necessariamente no menor número da tabela.

Ela depende da relação entre preço, localização, situação documental, estado do imóvel, despesas adicionais e objetivo de quem compra.

Para o mercado imobiliário, o leilão também é um termômetro

Leilões bancários costumam chamar atenção do mercado porque colocam no mesmo ambiente imóveis de diferentes regiões e perfis, muitas vezes com condições financeiras distintas das encontradas em negociações tradicionais.

Para corretores e imobiliárias, acompanhar essas ofertas pode ser útil para compreender como determinados ativos estão chegando ao mercado secundário e quais regiões ou tipos de imóveis aparecem com maior frequência nesse canal.

Mas há uma diferença importante entre lance inicial e preço de mercado.

O fato de um imóvel começar em R$ 25 mil, R$ 96 mil ou R$ 99 mil não permite afirmar automaticamente que exista um desconto de determinada porcentagem em relação ao seu valor de mercado. Para fazer essa afirmação seria necessário conhecer o valor de referência utilizado para comparação e sua metodologia.

Por isso, nesta matéria, a Broker News BR prefere trabalhar com o dado efetivamente publicado: valor inicial do lote.

É uma informação mais simples, mas também mais segura.

O que o comprador precisa olhar antes de participar

O edital do Bradesco deixa claro que o comprador assume uma série de responsabilidades relacionadas à propriedade.

Além da situação específica de cada lote, o arrematante deve verificar exigências de cartório, questões fiscais, restrições de uso, zoneamento, servidões, convenções de condomínio ou regras de loteamento, quando aplicáveis. O documento também determina que determinadas regularizações sejam feitas às expensas do comprador.

Também existem regras específicas para imóveis rurais, incluindo questões como georreferenciamento, INCRA, ITR, reserva legal, averbações e restrições ambientais, quando aplicáveis.

Não significa que todos os lotes tenham todos esses problemas.

Significa que o comprador precisa verificar o que se aplica ao imóvel que pretende adquirir.

É uma diferença importante.

Um terreno desocupado pode ter uma situação completamente diferente de uma casa ocupada. Um apartamento pode envolver condomínio. Um imóvel rural pode trazer obrigações específicas. Um imóvel com construção não averbada pode exigir providências próprias.

É justamente por isso que não existe uma regra simples de que “imóvel de leilão é barato”.

Existe um conjunto de condições que precisa ser analisado.

Análise Editorial Broker News BR

O leilão de 8 de outubro do Bradesco merece atenção porque reúne três elementos que naturalmente despertam interesse no mercado imobiliário: 20 lotes cadastrados, ampla distribuição geográfica e lance inicial de R$ 25 mil.

Mas a apuração mostra que a história é mais interessante do que simplesmente anunciar “imóveis do Bradesco a partir de R$ 25 mil”.

O lote de R$ 25 mil é um terreno de 377,55 m² em Cassilândia, no Mato Grosso do Sul. Ele está desocupado, mas o próprio edital informa aproximadamente R$ 5 mil em débitos de IPTU a serem apurados e pagos pelo arrematante, além de outras possíveis providências relacionadas à regularização.

O mesmo edital estabelece comissão de 5% ao leiloeiro, desconto de 10% para pagamento à vista e diferentes modalidades de parcelamento, cada uma com suas próprias condições.

Isso muda a forma de olhar para a oportunidade.

O lance inicial é apenas o ponto de partida.

Para o comprador, o verdadeiro cálculo começa quando se somam preço de arrematação, comissão, impostos, registro, eventuais débitos, regularizações e demais custos específicos do lote.

Para o profissional imobiliário, existe ainda outra leitura.

Leilões como esse mostram uma parcela dos imóveis que chegam ao mercado por mecanismos diferentes da venda tradicional. Acompanhar essas ofertas pode ajudar corretores e investidores a entender melhor preços de entrada, regiões, tipos de ativos e condições de aquisição.

Mas não é correto transformar um lance inicial em “desconto de mercado” sem uma comparação tecnicamente sustentada.

É justamente nessa diferença entre o que parece barato e o que efetivamente representa uma boa operação que está o maior valor jornalístico desta pauta.

O Bradesco oferece, por meio da Mega Leilões, uma rodada com imóveis em nove estados e valores que vão de R$ 25 mil a R$ 1,01 milhão entre os lotes que estavam abertos para lances na consulta realizada pela Broker News BR. O catálogo, porém, também mostra que um dos 20 lotes cadastrados está atualmente sustado.

Por isso, quem tiver interesse precisa conferir novamente o catálogo e o edital próximo da data do evento.

A oportunidade existe. Mas, em leilão imobiliário, informação vale tanto quanto o lance.

Produção Editorial Broker News BR

Esta matéria é um conteúdo original produzido pela equipe editorial da Broker News BR, elaborado com base em pesquisa, apuração e consulta a fontes oficiais e confiáveis do mercado imobiliário para informar corretores de imóveis, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e investidores.

Fontes

Banco Bradesco — Vitrine oficial de imóveis e veículos em leilão: página institucional que direciona os interessados aos leiloeiros responsáveis e orienta sobre consulta ao edital e cadastro.

Mega Leilões — Leilão ML34813: catálogo oficial do evento de 8 de outubro de 2026, com os 20 lotes cadastrados, valores iniciais, localização, situação dos lotes e horários individualizados.

Mega Leilões — Edital e condições do lote X129482: informações sobre o terreno de Cassilândia, condições de pagamento, comissão, responsabilidades do comprador e regras gerais do leilão.

Consulte fontes oficiais

Banco Bradesco — Imóveis e veículos em leilão

Mega Leilões — Leilão Bradesco ML34813

Mega Leilões — Terreno de Cassilândia, lote X129482

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Crédito Editorial

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Por Camille Assis

Editor Site de Notícias Broker News BR
CoFundador Empresa Gráfica Broker Art & Design
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