Levantamento nacional mostra que 40% dos entrevistados já descartaram imóvel ou região por questões climáticas; no Sul, percentual chega a 51%, com enchentes e alagamentos entre os principais fatores
Comprar um imóvel sempre envolveu uma avaliação que vai muito além da metragem, do número de quartos ou do preço anunciado. Localização, acesso ao transporte, proximidade de serviços, segurança, infraestrutura e possibilidade de valorização costumam fazer parte da análise de quem procura uma casa ou apartamento. Agora, um outro elemento começa a ganhar espaço nessa decisão: o risco climático.
Uma pesquisa da Brain Inteligência Estratégica mostra que essa preocupação já deixou de ser apenas uma percepção ambiental e passou a interferir diretamente na escolha de parte dos consumidores. No levantamento realizado em junho de 2026, 40% dos entrevistados disseram já ter deixado de considerar a compra ou a locação de um imóvel ou de uma determinada região por causa de riscos relacionados ao clima. Um ano antes, esse percentual era de 22%, uma diferença de 18 pontos percentuais.
O resultado ganha ainda mais relevância quando observado regionalmente. No Sul do Brasil, 51% dos entrevistados afirmaram já ter descartado um imóvel ou uma região por questões climáticas, percentual superior à média nacional. Entre os moradores da região, o risco de enchentes ou alagamentos aparece com peso particularmente elevado: 44% apontaram esse fator entre os motivos relacionados à decisão.
Para o mercado imobiliário, o dado merece atenção porque mostra uma mudança na maneira como parte dos consumidores olha para o endereço onde pretende morar. O imóvel deixa de ser analisado somente pelo que existe dentro de suas paredes e passa a ser avaliado também pelo território no qual está inserido, pela exposição a determinados eventos e pelas condições ambientais percebidas naquela região.
O risco climático deixou de ser uma preocupação distante
Durante muito tempo, questões como enchentes, alagamentos, ondas de calor, vendavais, deslizamentos e escassez de água poderiam parecer assuntos relacionados principalmente ao planejamento urbano, à defesa civil ou às políticas ambientais. A pesquisa da Brain indica que essa percepção começa a alcançar também a jornada imobiliária.
O levantamento mostra que 27% dos entrevistados afirmam que os riscos climáticos influenciam muito ou são decisivos na escolha de um imóvel, enquanto 31% dizem que influenciam pouco ou moderadamente. Outros 42% afirmam que esses riscos não influenciam sua decisão. Isso significa que o fenômeno não é uniforme: existe uma parcela relevante do público para quem o clima já pesa de maneira importante, mas também há uma maioria que ainda não coloca esse fator entre os principais determinantes da escolha.
Essa distinção é importante para o setor imobiliário. A pesquisa não autoriza dizer que o consumidor brasileiro, de forma geral, passou a escolher imóveis principalmente pelo risco climático. O que os dados mostram é que o tema ganhou peso suficiente para fazer parte da decisão de uma parcela expressiva do mercado.
E isso pode alterar a própria conversa entre comprador e corretor.
Um cliente que antes perguntava apenas sobre condomínio, vaga de garagem, financiamento e distância do trabalho pode também querer saber como aquela região se comporta diante de chuvas intensas, se existem registros de alagamento, como é a drenagem urbana, quais são as características do terreno e quais serviços existem no entorno em situações de emergência.
Não significa que o corretor precise se transformar em especialista em climatologia ou engenharia ambiental. Significa que, diante de um consumidor mais atento, informação territorial e segurança passam a ter potencial de influência maior na negociação.
Enchentes e alagamentos aparecem como principal motivo de descarte
Entre os fenômenos climáticos percebidos pelos entrevistados, as ondas de calor ou o aumento da temperatura foram mencionados por 68%, enquanto chuvas intensas e tempestades apareceram em 53% das respostas. Enchentes ou alagamentos foram citados por 30%.
Mas existe uma diferença importante entre aquilo que as pessoas percebem no cotidiano e aquilo que efetivamente as leva a descartar um imóvel.
Quando a pergunta passa para o motivo pelo qual uma determinada propriedade ou região deixou de ser considerada, enchentes e alagamentos aparecem em primeiro lugar, com 31% das respostas. Calor ou temperatura excessiva aparece com 4%, enquanto a falta de áreas verdes representa 2%.
O dado ajuda a explicar por que o risco hídrico merece atenção especial nas decisões imobiliárias. Uma pessoa pode perceber que determinada cidade está ficando mais quente ou que chuvas fortes estão mais frequentes, mas isso não significa necessariamente que abandonará uma oportunidade de compra. Já a possibilidade concreta de o imóvel ou seu entorno sofrer com enchentes ou alagamentos pode representar uma preocupação muito mais diretamente relacionada à segurança, ao patrimônio e à rotina familiar.
É justamente nesse ponto que o risco climático começa a se aproximar da lógica tradicional do mercado imobiliário.
O consumidor não está necessariamente perguntando apenas “quanto vale este imóvel?”. Em determinados casos, a pergunta pode passar a ser também: “quais são os riscos associados a este endereço?”
No Sul, o comportamento é ainda mais evidente
A diferença regional é um dos pontos mais relevantes da pesquisa.
Enquanto a média brasileira mostra que 40% já deixaram de considerar um imóvel ou região por questões climáticas, no Sul esse percentual chega a 51%. Além disso, 48% dos moradores da região afirmam que os riscos climáticos influenciam muito ou são decisivos na escolha do imóvel, o maior índice entre as regiões pesquisadas.
A percepção dos fenômenos climáticos também é mais forte no Sul. Chuvas intensas e tempestades foram mencionadas por 70% dos entrevistados da região, enquanto enchentes e alagamentos chegaram a 49%.
O resultado encontra um contexto concreto na experiência recente dos estados sulistas, especialmente no Rio Grande do Sul. As enchentes de 2024 deixaram marcas profundas no território gaúcho e produziram impactos que ultrapassaram o momento do desastre, atingindo moradias, infraestrutura, serviços e a própria percepção da população sobre os riscos relacionados à localização.
Uma pesquisa especial realizada pelo IBGE após as enchentes de 2024 estimou 2.328.093 domicílios nas áreas pesquisadas mais afetadas. O levantamento identificou ainda que 55,5% dos moradores relataram algum tipo de dano estrutural em seus domicílios após as inundações. A pesquisa foi realizada em 133 municípios afetados e contou com mais de 30 mil domicílios na amostra.
Esses números ajudam a dimensionar por que o risco de inundação pode assumir um significado diferente para quem vive em determinadas áreas do Sul. Não se trata apenas de uma preocupação abstrata com mudanças climáticas. Para milhares de famílias, o fenômeno climático passou a fazer parte da experiência concreta de moradia.
E essa experiência tende a influenciar a maneira como novas decisões são tomadas.
O endereço pode passar a ser analisado de outra maneira
O mercado imobiliário sempre tratou localização como um dos principais componentes do valor de um imóvel. Mas localização não significa apenas estar perto de shopping, escola, metrô, praia ou centro comercial.
Ela também envolve características físicas e urbanas do território.
Topografia, drenagem, proximidade de rios, histórico de alagamentos, estabilidade de encostas, arborização, ventilação, disponibilidade de infraestrutura e exposição a determinados eventos podem ganhar importância dependendo da região.
Isso não significa que exista uma fórmula capaz de transformar automaticamente um determinado risco climático em redução ou aumento de preço. A pesquisa da Brain não mede essa relação diretamente e não permite concluir que imóveis localizados em áreas consideradas mais seguras necessariamente terão maior valorização.
Essa cautela é fundamental.
O levantamento mostra comportamento e percepção dos consumidores. Ele não é um estudo de precificação imobiliária. Portanto, seria incorreto transformar os resultados em uma previsão de valorização ou desvalorização dos imóveis.
O que os dados permitem afirmar é que o risco climático já está participando da decisão de parte dos consumidores.
E quando uma característica passa a interferir na escolha do comprador, ela naturalmente começa a ter importância para quem desenvolve, comercializa, administra e intermedeia imóveis.
O consumidor também está olhando para o entorno
Outro dado interessante da pesquisa está relacionado aos atributos ambientais desejados em uma futura moradia.
As áreas verdes próximas, como parques e praças, foram citadas por 49% dos entrevistados. Boa arborização apareceu em 42% das respostas e boa ventilação ou conforto térmico em 40%. Menor poluição e ruído foram mencionados por 28%, enquanto menor exposição a enchentes e alagamentos apareceu com 18%.
Esses números mostram que a discussão climática não se limita ao medo de um desastre.
Existe também uma dimensão relacionada à qualidade de vida.
Uma residência mais ventilada, uma rua arborizada, a proximidade de áreas verdes e um ambiente urbano com menor exposição a determinados riscos podem ser percebidos como atributos desejáveis, ainda que não representem necessariamente uma garantia de proteção contra eventos climáticos.
É uma diferença importante. O consumidor não está olhando somente para aquilo que pode dar errado. Ele também começa a prestar atenção naquilo que pode tornar o ambiente de moradia mais confortável e resiliente.
A possibilidade de mudar de região também aparece na pesquisa
A pesquisa encontrou ainda uma disposição relevante para mudanças de localização.
56% dos entrevistados afirmaram que considerariam morar em uma região menos urbana caso isso significasse melhor qualidade ambiental. No Sul, esse percentual chega a 61%. Outros 20% disseram que talvez fariam essa mudança, dependendo principalmente do acesso ao trabalho e aos serviços.
O dado é interessante porque mostra que o endereço pode ser analisado de maneira mais ampla.
Uma região menos adensada pode parecer atraente por oferecer maior contato com áreas verdes, melhor ventilação ou menor exposição a determinados problemas urbanos. Porém, para a decisão efetivamente acontecer, continuam existindo outras variáveis fundamentais.
É por isso que a pesquisa não deve ser interpretada como uma previsão de que os brasileiros abandonarão os grandes centros.
O próprio resultado mostra que trabalho, serviços e infraestrutura continuam sendo elementos importantes nessa equação.
O que aparece é uma possível mudança de equilíbrio entre diferentes atributos.
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O setor imobiliário também é chamado para a conversa
A pesquisa traz um dado que merece atenção especial de incorporadoras, construtoras, loteadoras, imobiliárias e corretores: 61% dos entrevistados consideram que o setor imobiliário não está preparado para lidar com os impactos das mudanças climáticas. Em 2025, esse percentual era de 33%, segundo o levantamento.
É importante novamente fazer uma distinção: trata-se da percepção dos consumidores, e não de uma auditoria técnica sobre o nível de preparação das empresas do setor.
Mesmo assim, percepção também é relevante para o mercado.
Se o consumidor acredita que as empresas ainda não estão suficientemente preparadas, existe aí uma questão de confiança. E confiança tem relação direta com a compra de um imóvel, especialmente porque se trata de uma decisão de alto valor financeiro e, muitas vezes, de longo prazo.
Nesse cenário, informações claras sobre localização, características do terreno, infraestrutura, drenagem, soluções construtivas e demais aspectos pertinentes ao empreendimento podem se tornar cada vez mais importantes na comunicação com o cliente.
Não se trata de criar promessas de “imóvel à prova de enchentes” ou de utilizar a sustentabilidade como argumento comercial vazio. Trata-se de informar corretamente aquilo que pode ser comprovado.
Para o corretor, informação pode ganhar ainda mais valor
Existe também uma consequência prática para o profissional que está na ponta da negociação.
O corretor de imóveis não controla o clima, não determina a infraestrutura urbana e não pode garantir que um determinado endereço jamais será atingido por um evento extremo. Mas pode ajudar o comprador a organizar as informações que realmente importam para aquela decisão.
Isso significa conhecer melhor a região onde trabalha.
Em locais sujeitos a enchentes, por exemplo, conhecer o histórico público da área, consultar informações oficiais quando necessário e evitar afirmações sem comprovação pode fazer diferença. Em regiões com risco de movimentos de massa, a análise pode exigir outras informações. Em locais onde o calor representa uma preocupação maior, características de ventilação, arborização e conforto térmico podem entrar na conversa.
O papel do corretor, portanto, não é diagnosticar tecnicamente o risco de um imóvel.
É saber quando uma informação precisa ser verificada e orientar o cliente para as fontes e profissionais adequados, sem transformar opinião em certeza.
Essa postura pode ser especialmente importante porque a decisão de compra envolve uma relação de confiança. Quanto maior o valor do patrimônio envolvido, maior tende a ser o custo de uma informação equivocada.
O risco climático pode chegar também à análise de projetos
Para incorporadoras e construtoras, a discussão pode começar ainda antes do lançamento.
Se parte dos consumidores passa a considerar questões climáticas na escolha do imóvel, a localização do terreno, as características urbanísticas da região, a infraestrutura existente e as soluções adotadas no projeto podem assumir maior importância na fase de desenvolvimento.
Isso não significa que todo novo empreendimento precise ser projetado da mesma maneira.
Cada terreno possui características próprias, e o risco varia conforme localização, topografia, infraestrutura, regime de chuvas, proximidade de cursos d’água, condições geológicas e uma série de outros fatores que precisam ser avaliados tecnicamente.
O ponto central é outro: o risco climático começa a fazer parte da conversa imobiliária antes mesmo da venda.
Em vez de aparecer somente depois de um problema, a discussão pode ganhar espaço na análise do terreno, nos estudos do empreendimento, no planejamento urbano e na comunicação com o futuro comprador.
O Sul oferece um sinal que o restante do mercado precisa observar
A experiência recente do Sul funciona como um alerta importante para o setor, mas não deve ser utilizada para generalizar o comportamento de todas as cidades brasileiras.
Os riscos climáticos são diferentes entre regiões. Em alguns lugares, enchentes podem ser o principal problema. Em outros, ondas de calor, escassez hídrica, queimadas, deslizamentos ou tempestades podem assumir maior importância.
O próprio levantamento da Brain mostra diferenças regionais. No Nordeste, por exemplo, a percepção de ondas de calor é especialmente elevada. Já o Sul apresenta uma combinação mais forte de preocupação com chuvas intensas, enchentes e influência desses riscos na escolha de moradia.
Os dados oficiais também mostram que os riscos hidroclimáticos continuam exigindo monitoramento no país. O Cemaden, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, acompanha ocorrências de inundações, enxurradas e movimentos de massa e em seus boletins de 2026 registrou diferentes situações de risco hidrológico em municípios das regiões Sul, Sudeste e Nordeste.
Isso reforça uma conclusão simples: não existe um único “risco climático brasileiro”. A análise precisa ser territorial.
Não é apenas sobre comprar uma casa; é sobre onde a vida acontece
Talvez essa seja a principal mudança de comportamento indicada pela pesquisa.
Quando uma pessoa compra um imóvel, ela não está adquirindo apenas uma construção. Está escolhendo uma rua, um bairro, uma cidade, uma rede de serviços, um deslocamento diário e um ambiente onde pretende viver por muitos anos.
Por isso, quando eventos climáticos começam a interferir nessa escolha, o impacto para o mercado imobiliário pode ser maior do que simplesmente acrescentar uma nova pergunta ao processo de venda.
O consumidor pode começar a enxergar a localização de maneira diferente.
Um bairro próximo a uma área verde pode ganhar um atributo adicional. Uma região historicamente afetada por enchentes pode exigir mais investigação. Um imóvel com boa ventilação pode ser mais valorizado por determinados compradores. Uma cidade com infraestrutura considerada adequada pode transmitir maior segurança.
Mas nenhuma dessas características, isoladamente, deve ser transformada em promessa de valorização.
O mercado imobiliário continuará sendo resultado de múltiplos fatores.
O que a pesquisa realmente revela
Os números da Brain mostram uma mudança que merece ser acompanhada de perto: em apenas um ano, a parcela de entrevistados que afirmou já ter descartado um imóvel ou região por questões climáticas passou de 22% para 40%.
No Sul, o percentual chega a 51%.
Isso não significa que quatro em cada dez brasileiros estejam abandonando qualquer compra de imóvel por causa do clima. Significa algo mais específico e, talvez, mais importante: quatro em cada dez entrevistados já tiveram uma decisão imobiliária afetada por algum risco climático.
Essa diferença de interpretação é fundamental.
A pesquisa também mostra que 60% dos entrevistados nunca deixaram de considerar um imóvel ou região por esse motivo. Portanto, ainda existe uma parcela majoritária que não relata esse comportamento específico.
O mercado, entretanto, não precisa esperar que esse percentual se torne maioria para prestar atenção.
Quando uma mudança aparece em 40% da amostra nacional e alcança 51% em uma região que já vivenciou eventos climáticos de grande impacto, o sinal merece ser observado.
Análise Editorial Broker News BR
O risco climático está deixando de ser um assunto restrito à agenda ambiental e começando a ocupar um espaço mais concreto dentro da decisão imobiliária.
A principal evidência é comportamental: 40% dos entrevistados pela Brain disseram já ter descartado um imóvel ou região por questões climáticas, e o percentual chega a 51% no Sul. O levantamento não prova que o consumidor esteja fazendo uma pesquisa técnica de risco antes de cada compra, nem permite afirmar que imóveis em áreas mais seguras necessariamente terão maior valorização. Esses seriam passos além do que os dados permitem concluir.
O que a pesquisa mostra é suficiente, porém, para uma mudança importante de postura.
Para o consumidor, significa olhar para o endereço com uma preocupação que pode incluir riscos ambientais e climáticos. Para o corretor, significa estar preparado para perguntas que talvez não fossem tão frequentes alguns anos atrás. Para incorporadoras e construtoras, significa considerar que localização, infraestrutura e características de projeto podem ser avaliadas também sob a perspectiva da adaptação climática.
E para o mercado imobiliário como um todo, existe uma lição ainda maior: o risco não começa quando a água entra no imóvel. Ele pode começar muito antes, no momento em que o comprador decide se aquele endereço merece ou não entrar na sua lista de opções.
É uma mudança de comportamento que ainda precisa ser acompanhada ao longo dos próximos anos. Mas os dados de 2026 mostram que ela já começou.
Produção Editorial Broker News BR
Esta matéria é um conteúdo original produzido pela equipe editorial da Broker News BR, elaborado com base em pesquisa, apuração e consulta a fontes oficiais e confiáveis do mercado imobiliário para informar corretores de imóveis, imobiliárias, construtoras, incorporadoras e investidores.
Fontes
Brain Inteligência Estratégica — pesquisa sobre mudanças climáticas e comportamento residencial. Levantamento nacional de junho de 2026, com 1.200 entrevistados, amostragem probabilística aleatória, nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,83%. Os dados de 40% nacional e 51% no Sul, além dos demais indicadores comportamentais utilizados nesta matéria, foram divulgados a partir da pesquisa Brain Behavior – Mudanças Climáticas.
IBGE — Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul (PEERS). Dados sobre os domicílios nas áreas afetadas e os danos relatados pelos moradores.
Cemaden/MCTI — Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais. Informações oficiais sobre monitoramento e previsão de riscos geo-hidrológicos e impactos de eventos extremos.
Agência Brasil — cobertura da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no RS. Utilizada como apoio contextual aos dados do IBGE.
Consulte fontes oficiais
Brain Inteligência Estratégica
IBGE — Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no RS
Cemaden — Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
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Crédito Editorial
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